JSD/Terceira "lançou" primeira pedra do novo Hospital de Angra
A JSD da ilha Terceira demonstrou hoje a sua indignação face ao
"incumprimento", por parte do governo regional, de todas as promessas
e prazos "previstos desde 1998" relativamente à construção do novo
Hospital de Angra do Heroísmo. Marcando uma posição de "desalento pela
falta de respeito dos nossos governantes face aos terceirenses e
habitantes do grupo central", a comissão política liderada por Luís
Carneiro deslocou-se esta manhã aos terrenos "onde se prevê seja
construída a nova unidade" e procedeu ao "lançamento" da primeira
pedra da obra.

Realçando "o papel extremamente importante na prestação de cuidados
diferenciados, para a Terceira e para o grupo central" que teria o
novo hospital, do qual "para já apenas se vêem cerrados e que nem
sequer estão identificados como local da futura obra", o líder daquela
estrutura social-democrata referiu "alguns dos episódios que
precederam todo o processo "ainda em curso".
Desde 1998, "com grupos de trabalho, estudos, discursos e comissões",
Luís Carneiro referiu que "o que podemos constatar é que a Terceira
continua sem novo hospital", e que, "durante esse período, foram
anunciadas obras numa unidade, entretanto já construído noutra ilha",
explicou.
O líder local da JSD elencou todas as datas "relativas ao processo",
que vão desde um relatório da direcção geral de instalações e
equipamentos da saúde (1998) "constatando a precariedade, exiguidade e
inadequação do actual hospital", sendo que, em Dezembro desse ano, "um
deputado regional do PS e um membro do governo já falavam, na
assembleia legislativa" em estudos "para a reformulação daquela
unidade de saúde", lembrou.
Referiu ainda, durante Outubro de 2000, "e bem em cima das eleições
regionais", a decisão governamental de construir um novo hospital em
Angra, ou a afirmação de Carlos César, em Abril de 2003, "de que se
preparavam já os estudos e a concepção" para a edificação do mesmo.
Luís Carneiro lembrou até a "oferta da câmara da Praia da Vitória",
então sob gestão social-democrata, de "sete terrenos para a construção
da nova unidade", opção nunca tida em conta pelo executivo.
Em 2003 o plano a médio prazo "destinou 1 milhão e 450 mil contos para
o investimento, depois reduzidos a 44 mil contos para 2004" e, em
Setembro, "foi publicada uma resolução, extinguindo o grupo de
trabalho formado em Agosto de 2001", sendo então criada nova comissão
para "definir a localização do novo hospital, bem como gerir a sua
construção, dimensão e tipologia", explicou. Recentemente, uma
portaria - com a data de 11 de Março de 2008 -, "atribuiu cerca de um
milhão e 838 mil euros à Saudaçor", para investimentos no âmbito do
novo hospital, "o documento foi revogado durante o último mês de
Julho", lembrou também Luís Carneiro.
"Passados todos estes anos de anúncios, promessas, estudos e
propaganda", disse Luís Carneiro, e sempre "com os terceirenses à
espera do seu novo hospital", foi esta a forma encontrada pela
JSD/Terceira para mostrar "a sua indignação, em relação à postura do
governo regional para com a Terceira em geral, e com o caso do novo
hospital em particular", acrescentou, dizendo ainda que "não estamos a
brincar, já que isso foi o que fez, durante dez anos, o governo face à
nossa terra", concluiu
Presente na cerimónia o líder regional da JSD recordou outra promessa
"por cumprir" na Terceira, referindo-se ao "eternamente adiado" novo
estabelecimento prisional de Angra. Cláudio Almeida expressou que se
vive "uma clara hora de mudança nos Açores", sendo um "claro
desrespeito pelo povo da Terceira e do grupo central" o incumprimento
das promessas relativas ao novo hospital.

Realçando "o papel extremamente importante na prestação de cuidados
diferenciados, para a Terceira e para o grupo central" que teria o
novo hospital, do qual "para já apenas se vêem cerrados e que nem
sequer estão identificados como local da futura obra", o líder daquela
estrutura social-democrata referiu "alguns dos episódios que
precederam todo o processo "ainda em curso".
Desde 1998, "com grupos de trabalho, estudos, discursos e comissões",
Luís Carneiro referiu que "o que podemos constatar é que a Terceira
continua sem novo hospital", e que, "durante esse período, foram
anunciadas obras numa unidade, entretanto já construído noutra ilha",
explicou.
O líder local da JSD elencou todas as datas "relativas ao processo",
que vão desde um relatório da direcção geral de instalações e
equipamentos da saúde (1998) "constatando a precariedade, exiguidade e
inadequação do actual hospital", sendo que, em Dezembro desse ano, "um
deputado regional do PS e um membro do governo já falavam, na
assembleia legislativa" em estudos "para a reformulação daquela
unidade de saúde", lembrou.
Referiu ainda, durante Outubro de 2000, "e bem em cima das eleições
regionais", a decisão governamental de construir um novo hospital em
Angra, ou a afirmação de Carlos César, em Abril de 2003, "de que se
preparavam já os estudos e a concepção" para a edificação do mesmo.
Luís Carneiro lembrou até a "oferta da câmara da Praia da Vitória",
então sob gestão social-democrata, de "sete terrenos para a construção
da nova unidade", opção nunca tida em conta pelo executivo.
Em 2003 o plano a médio prazo "destinou 1 milhão e 450 mil contos para
o investimento, depois reduzidos a 44 mil contos para 2004" e, em
Setembro, "foi publicada uma resolução, extinguindo o grupo de
trabalho formado em Agosto de 2001", sendo então criada nova comissão
para "definir a localização do novo hospital, bem como gerir a sua
construção, dimensão e tipologia", explicou. Recentemente, uma
portaria - com a data de 11 de Março de 2008 -, "atribuiu cerca de um
milhão e 838 mil euros à Saudaçor", para investimentos no âmbito do
novo hospital, "o documento foi revogado durante o último mês de
Julho", lembrou também Luís Carneiro.
"Passados todos estes anos de anúncios, promessas, estudos e
propaganda", disse Luís Carneiro, e sempre "com os terceirenses à
espera do seu novo hospital", foi esta a forma encontrada pela
JSD/Terceira para mostrar "a sua indignação, em relação à postura do
governo regional para com a Terceira em geral, e com o caso do novo
hospital em particular", acrescentou, dizendo ainda que "não estamos a
brincar, já que isso foi o que fez, durante dez anos, o governo face à
nossa terra", concluiu
Presente na cerimónia o líder regional da JSD recordou outra promessa
"por cumprir" na Terceira, referindo-se ao "eternamente adiado" novo
estabelecimento prisional de Angra. Cláudio Almeida expressou que se
vive "uma clara hora de mudança nos Açores", sendo um "claro
desrespeito pelo povo da Terceira e do grupo central" o incumprimento
das promessas relativas ao novo hospital.
+ Informações:
Fonte: PSD/Açores - Gabinete de Imprensa
Data: 2008-08-18 15:40:31
Visualizações: 70
Data: 2008-08-18 15:40:31
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