PSD reclama "liberdade" na apresentação dos candidatos pela Terceira
Costa Neves encabeça a lista de dezoito candidatos a deputados pelo
círculo eleitoral da Terceira, grupo apresentado esta manhã em Angra
do Heroísmo pelo mandatário de ilha, Joaquim Ponte, que referiu ser
esta "uma lista de gente capaz, e que tem em vista combater a
estagnação social e o autoritarismo do actual governo", sendo composta
por pessoas "com provas dadas nas suas vidas profissionais, conhecidas
da sociedade local, e que pretendem colocar, na primeira linha, os
interesses da ilha Terceira", acabando de vez com "a coligação entre
os PS e o CDS, cujos jogos vão governando a região", disse, momentos
antes da apresentação dos candidatos.
A lista do PSD pelo círculo eleitoral da ilha Terceira tem então como
número um o líder regional do partido, Costa Neves (54 anos; Jurista),
seguindo-se os actuais deputados Clélio Meneses (38 anos; Advogado),
António Ventura (40 anos; Engenheiro Zootécnico) e Carla Bretão (34
anos; Economista). O quinto da lista é Paulo Ribeiro (37 anos;
Engenheiro Técnico Civil), vindo depois Sandra Bessa (39 anos,
Licenciada em Relações Internacionais), Luís Carneiro (26 anos;
estudante universitário), Berto Cabral (30 anos; Farmacêutico), Marcos
Couto (37 anos; Professor) e Francisco Santos (43 anos; Oficial de
Operações).
Da lista fazem ainda parte Guilherme Melo (45 anos; Inspector de
Trabalho), Carla Forte (32 anos; Engenheira do Ambiente), José
Pimentel Dias (53 anos; Jurista), Francisca Toledo Gomes (30 anos;
Advogada); Maria do Carmo Amaral (33 anos; Educadora de Infância),
João Madruga (51 anos; professor universitário), Nélia Monteiro (39
anos; Educadora de Infância) e João Furtado (53 anos; Técnico da
Segurança Social).
Reunidos os candidatos, o líder social-democrata acusou o governo
regional e o PS de "asfixiarem a sociedade", através de "medidas de
controlo e de manobras", cujo resultados visíveis têm sido "sufocar o
desenvolvimento da região e a energia das pessoas, que não é
canalizada conforme a dimensão humana que preconizamos para os
Açores". Costa Neves referiu-se também à "herança pesada" que Carlos
César diz ter recebido "e que impede a região de maior crescimento",
dizendo que, sobre essa estagnação, "César só se pode estar a queixar
de si próprio e dos doze anos de governação socialista", explicou.
"O desemprego está a subir, nos Açores, desde 2001", reafirmou Costa
Neves, denunciando a "habilidade" da tutela que "compara dados de
trimestres sucessivos dos últimos anos, não fazendo em relação aos
períodos homólogos dos anos anteriores". O líder social-democrata
adianta que "feitas as comparações com rigor, o desemprego aumentou
50%, havendo actualmente 6364 desempregados na região", o que
considerou ser um dado "preocupante".
Assim como considerou grave a percepção do executivo, "mesmo que
involuntária", de que as coisas não mudam nem melhoram", sendo "o
próprio plano de ordenamento do território (PROTA) quem dizer serem os
Açores uma região repulsiva e com dificuldades de atrair e fixar
população", lamentou Costa Neves, acrescentando que "assim é o próprio
executivo, pela sua própria mão, a reconhecer o falhanço da sua
estratégia de governação", explicou.
O candidato a presidente do governo regional criticou novamente a
"dependência" a que se "acomodaram as pessoas", citando os "mais de 18
mil beneficiários do rendimento social de inserção", como pessoas que
ficaram "cativas" do apoio que o governo lhes atribuiu sem, no
entanto, "corrigir as assimetrias sociais e a tendência de cada vez
menos emprego e cada vez menos valorização individual", ao contrário
do que deveria determinar aquele que é um "contributo que lhes é dado
pela sociedade".
O esvaziamento da classe média, "que é e verdadeira fonte do progresso
e do dinamismo social", foi outra das preocupações apontadas por Costa
Neves, que prometeu "uma verdadeira política de família" para aqueles
que constituem "o suporte dos sistemas públicos e que, muitas vezes,
não beneficiam deles", exemplificando com as creches ou os lares de
idosos, serviços "onde há dificuldades incríveis de acesso", disse
Costa Neves, que assumiu novamente a criação de "um plano estratégico
para cada uma das nove ilhas da região", como bandeira de uma
candidatura que diz ser "pelas pessoas e apoiada nos valores da
igualdade e do equilíbrio".

A lista do PSD pelo círculo eleitoral da ilha Terceira tem então como
número um o líder regional do partido, Costa Neves (54 anos; Jurista),
seguindo-se os actuais deputados Clélio Meneses (38 anos; Advogado),
António Ventura (40 anos; Engenheiro Zootécnico) e Carla Bretão (34
anos; Economista). O quinto da lista é Paulo Ribeiro (37 anos;
Engenheiro Técnico Civil), vindo depois Sandra Bessa (39 anos,
Licenciada em Relações Internacionais), Luís Carneiro (26 anos;
estudante universitário), Berto Cabral (30 anos; Farmacêutico), Marcos
Couto (37 anos; Professor) e Francisco Santos (43 anos; Oficial de
Operações).
Da lista fazem ainda parte Guilherme Melo (45 anos; Inspector de
Trabalho), Carla Forte (32 anos; Engenheira do Ambiente), José
Pimentel Dias (53 anos; Jurista), Francisca Toledo Gomes (30 anos;
Advogada); Maria do Carmo Amaral (33 anos; Educadora de Infância),
João Madruga (51 anos; professor universitário), Nélia Monteiro (39
anos; Educadora de Infância) e João Furtado (53 anos; Técnico da
Segurança Social).
Reunidos os candidatos, o líder social-democrata acusou o governo
regional e o PS de "asfixiarem a sociedade", através de "medidas de
controlo e de manobras", cujo resultados visíveis têm sido "sufocar o
desenvolvimento da região e a energia das pessoas, que não é
canalizada conforme a dimensão humana que preconizamos para os
Açores". Costa Neves referiu-se também à "herança pesada" que Carlos
César diz ter recebido "e que impede a região de maior crescimento",
dizendo que, sobre essa estagnação, "César só se pode estar a queixar
de si próprio e dos doze anos de governação socialista", explicou.
"O desemprego está a subir, nos Açores, desde 2001", reafirmou Costa
Neves, denunciando a "habilidade" da tutela que "compara dados de
trimestres sucessivos dos últimos anos, não fazendo em relação aos
períodos homólogos dos anos anteriores". O líder social-democrata
adianta que "feitas as comparações com rigor, o desemprego aumentou
50%, havendo actualmente 6364 desempregados na região", o que
considerou ser um dado "preocupante".
Assim como considerou grave a percepção do executivo, "mesmo que
involuntária", de que as coisas não mudam nem melhoram", sendo "o
próprio plano de ordenamento do território (PROTA) quem dizer serem os
Açores uma região repulsiva e com dificuldades de atrair e fixar
população", lamentou Costa Neves, acrescentando que "assim é o próprio
executivo, pela sua própria mão, a reconhecer o falhanço da sua
estratégia de governação", explicou.
O candidato a presidente do governo regional criticou novamente a
"dependência" a que se "acomodaram as pessoas", citando os "mais de 18
mil beneficiários do rendimento social de inserção", como pessoas que
ficaram "cativas" do apoio que o governo lhes atribuiu sem, no
entanto, "corrigir as assimetrias sociais e a tendência de cada vez
menos emprego e cada vez menos valorização individual", ao contrário
do que deveria determinar aquele que é um "contributo que lhes é dado
pela sociedade".
O esvaziamento da classe média, "que é e verdadeira fonte do progresso
e do dinamismo social", foi outra das preocupações apontadas por Costa
Neves, que prometeu "uma verdadeira política de família" para aqueles
que constituem "o suporte dos sistemas públicos e que, muitas vezes,
não beneficiam deles", exemplificando com as creches ou os lares de
idosos, serviços "onde há dificuldades incríveis de acesso", disse
Costa Neves, que assumiu novamente a criação de "um plano estratégico
para cada uma das nove ilhas da região", como bandeira de uma
candidatura que diz ser "pelas pessoas e apoiada nos valores da
igualdade e do equilíbrio".
+ Informações:
Fonte: PSD/Açores - Gabinete de Imprensa
Data: 2008-08-19 17:45:21
Visualizações: 98
Data: 2008-08-19 17:45:21
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