Governo financia em 30 mil euros curso de especialização tecnológica no DOP
O curso de especialização tecnológica (CET) de operador marítimo-turístico (OpMar) que o Departamento de Oceanografia e Pescas começa a leccionar esta semana na Horta vai ser financiado pelo Governo dos Açores em 30 mil euros.
O protocolo que estabelece o funanciamento governamental, a ser pago em duas tranches, uma das quais de imediato, foi assinado, hoje na Horta, pelo subsecretário regional das Pescas, Marcelo Pamplona, e pelo reitor da Universidade dos Açores, Avelino Menezes.
O subsecretário regional das Pescas sublinhou que os Açores têm no Mar “um recurso de excelência”, que proporciona actividades com significativo potencial, como sejam a náutica de recreio, os desportos náuticos, o mergulho, a pesca lúdica e a observação de cetáceos.
Segundo afirmou, o turismo marítimo no arquipélago tem todas as condições para “captar novos fluxos turísticos, produzir mais receitas, criar novos postos de trabalho e aumentar a notoriedade das ilhas açorianas”.
Para Marcelo Pamplona é fundamental, todavia, que a utilização económica do mar dos Açores, seja pela exploração directa dos seus recursos, seja pela sua utilização em outras actividades geradora de riqueza, tenha “sempre em conta a sua protecção e conservação”.
Sublinhou, ainda, ser fundamental estabelecer “medidas de fomento às boas práticas” por parte dos operadores turísticos e seus clientes, no sentido de garantir a sustentabilidade dessas actividades marítimas.
O subsecretário regional justificou também a parceria com a Universidade dos Açores na implementação deste curso de especialização tecnológica com a necessidade de dotar os operadores da actividade marítimo-turística “com melhores conhecimentos náuticos, com mais saberes nas áreas da conservação da biodiversidade marinha e com melhor informação sobre a regulamentação marítima existente”.
Prometeu igualmente o apoio do Governo a “mais iniciativas desta natureza”, por constituem uma mais-valia para os Açores, adiantando que o Executivo está disponível para funcionar “como catalisador do arranque dos projectos”, assegurando também condições financeiras para o seu correcto acompanhamento pelas entidades com competência acreditada nas Ciências do Mar, como é o caso da academia açoriana.
Com este curso, que terá a frequência de 18 alunos, pretende-se que os futuros operadores marítimo-turísticos sejam capazes de executar “programas de oferta turística em empresas especializadas na fruição do mar como ambiente natural, espaço de aventura, devidamente enquadrado pelo contexto histórico de culturas regionais”.
O OpMAR terá autonomia para governar embarcações a motor e à vela, com recurso às actuais tecnologias náuticas, e deverá dominar as técnicas de mergulho em apneia e em escafandro autónomo.
Este CET, que constitui uma formação pós-secundária não superior, conferindo uma qualificação profissional do nível 4, terá a duração de três semestres lectivos, num total de 1.540 horas de formação directa.
Para além do Governo dos Açores, são parceiros institucionais da universidade açoriana na implementação deste curso, que dará também equivalência à Carta de Patrão de Alto-Mar, a Câmara Municipal da Horta, Clube Naval da Horta, Hospital da Horta, Administração dos Portos do Triângulo e do Grupo Ocidental, SA (APTO, SA), Capitania do Porto da Horta e Escola Náutica Infante D. Henriques

O protocolo que estabelece o funanciamento governamental, a ser pago em duas tranches, uma das quais de imediato, foi assinado, hoje na Horta, pelo subsecretário regional das Pescas, Marcelo Pamplona, e pelo reitor da Universidade dos Açores, Avelino Menezes.
O subsecretário regional das Pescas sublinhou que os Açores têm no Mar “um recurso de excelência”, que proporciona actividades com significativo potencial, como sejam a náutica de recreio, os desportos náuticos, o mergulho, a pesca lúdica e a observação de cetáceos.
Segundo afirmou, o turismo marítimo no arquipélago tem todas as condições para “captar novos fluxos turísticos, produzir mais receitas, criar novos postos de trabalho e aumentar a notoriedade das ilhas açorianas”.
Para Marcelo Pamplona é fundamental, todavia, que a utilização económica do mar dos Açores, seja pela exploração directa dos seus recursos, seja pela sua utilização em outras actividades geradora de riqueza, tenha “sempre em conta a sua protecção e conservação”.
Sublinhou, ainda, ser fundamental estabelecer “medidas de fomento às boas práticas” por parte dos operadores turísticos e seus clientes, no sentido de garantir a sustentabilidade dessas actividades marítimas.
O subsecretário regional justificou também a parceria com a Universidade dos Açores na implementação deste curso de especialização tecnológica com a necessidade de dotar os operadores da actividade marítimo-turística “com melhores conhecimentos náuticos, com mais saberes nas áreas da conservação da biodiversidade marinha e com melhor informação sobre a regulamentação marítima existente”.
Prometeu igualmente o apoio do Governo a “mais iniciativas desta natureza”, por constituem uma mais-valia para os Açores, adiantando que o Executivo está disponível para funcionar “como catalisador do arranque dos projectos”, assegurando também condições financeiras para o seu correcto acompanhamento pelas entidades com competência acreditada nas Ciências do Mar, como é o caso da academia açoriana.
Com este curso, que terá a frequência de 18 alunos, pretende-se que os futuros operadores marítimo-turísticos sejam capazes de executar “programas de oferta turística em empresas especializadas na fruição do mar como ambiente natural, espaço de aventura, devidamente enquadrado pelo contexto histórico de culturas regionais”.
O OpMAR terá autonomia para governar embarcações a motor e à vela, com recurso às actuais tecnologias náuticas, e deverá dominar as técnicas de mergulho em apneia e em escafandro autónomo.
Este CET, que constitui uma formação pós-secundária não superior, conferindo uma qualificação profissional do nível 4, terá a duração de três semestres lectivos, num total de 1.540 horas de formação directa.
Para além do Governo dos Açores, são parceiros institucionais da universidade açoriana na implementação deste curso, que dará também equivalência à Carta de Patrão de Alto-Mar, a Câmara Municipal da Horta, Clube Naval da Horta, Hospital da Horta, Administração dos Portos do Triângulo e do Grupo Ocidental, SA (APTO, SA), Capitania do Porto da Horta e Escola Náutica Infante D. Henriques
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Data: 2008-10-01 12:44:15
Visualizações: 152
Data: 2008-10-01 12:44:15
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