Duarte Freitas exige distribuição de frutas e legumes frescos gratuitos às crianças das escolas europeias
Encontra-se neste momento a ser discutido na Comissão de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu o relatório sobre a proposta da Comissão Europeia de estabelecer um regime de distribuição de fruta às escolas.
O objectivo da Comissão é proporcionar um enquadramento político e financeiro para as iniciativas dos Estados-Membros destinadas a aumentar o consumo de frutas e legumes das crianças, na fase de formação dos seus hábitos alimentares, correspondendo assim a um investimento de futuro, uma vez que contribuirá para reduzir os custos de saúde decorrentes de um mau regime alimentar.
Segundo a proposta, será colocada à disposição dos Estados-Membros uma verba total no valor de 90 milhões de euros que poderá ser usada, voluntariamente e mediante co-financiamento (50% ou 75% se em regiões de convergência), para a compra de frutas e legumes a distribuir de forma gratuita pelas escolas.
Duarte Freitas, apesar de saudar esta iniciativa da Comissão, apresentou algumas propostas de alteração no sentido de cingir este mecanismo às frutas e legumes frescos e excluir, à partida, qualquer tipo de aproveitamento excessivo pela indústria agro-alimentar, à custa da saúde das crianças europeias.
Para Duarte Freitas é urgente lidar com o problema da obesidade infantil na UE, sendo o mecanismo de distribuição gratuita de fruta e legumes às escolas uma excelente oportunidade para criar hábitos de consumo saudáveis nos cidadãos europeus. Este mecanismo, não deve, pois, estar aberto à possibilidade de se financiar a compra de produtos transformados que não têm as mesmas qualidades nutricionais que a fruta e legumes frescos.
Depois de ter estabelecido vários contactos com representantes do sector agrícola nacional, Duarte Freitas realça ainda que a limitação deste esquema às frutas e legumes frescos, perecíveis mais rapidamente, acaba por beneficiar as produções nacionais.
Sabendo que as crianças portuguesas apresentam dos mais graves índices de obesidade da UE, Duarte Freitas espera que este mecanismo seja aproveitado em pleno pelo governo português e que a distribuição gratuita de fruta e legumes frescos nas escolas portuguesas comece o mais cedo possível.

O objectivo da Comissão é proporcionar um enquadramento político e financeiro para as iniciativas dos Estados-Membros destinadas a aumentar o consumo de frutas e legumes das crianças, na fase de formação dos seus hábitos alimentares, correspondendo assim a um investimento de futuro, uma vez que contribuirá para reduzir os custos de saúde decorrentes de um mau regime alimentar.
Segundo a proposta, será colocada à disposição dos Estados-Membros uma verba total no valor de 90 milhões de euros que poderá ser usada, voluntariamente e mediante co-financiamento (50% ou 75% se em regiões de convergência), para a compra de frutas e legumes a distribuir de forma gratuita pelas escolas.
Duarte Freitas, apesar de saudar esta iniciativa da Comissão, apresentou algumas propostas de alteração no sentido de cingir este mecanismo às frutas e legumes frescos e excluir, à partida, qualquer tipo de aproveitamento excessivo pela indústria agro-alimentar, à custa da saúde das crianças europeias.
Para Duarte Freitas é urgente lidar com o problema da obesidade infantil na UE, sendo o mecanismo de distribuição gratuita de fruta e legumes às escolas uma excelente oportunidade para criar hábitos de consumo saudáveis nos cidadãos europeus. Este mecanismo, não deve, pois, estar aberto à possibilidade de se financiar a compra de produtos transformados que não têm as mesmas qualidades nutricionais que a fruta e legumes frescos.
Depois de ter estabelecido vários contactos com representantes do sector agrícola nacional, Duarte Freitas realça ainda que a limitação deste esquema às frutas e legumes frescos, perecíveis mais rapidamente, acaba por beneficiar as produções nacionais.
Sabendo que as crianças portuguesas apresentam dos mais graves índices de obesidade da UE, Duarte Freitas espera que este mecanismo seja aproveitado em pleno pelo governo português e que a distribuição gratuita de fruta e legumes frescos nas escolas portuguesas comece o mais cedo possível.
+ Informações:
Fonte: Humberta Bettencourt
Data: 2008-10-01 13:18:48
Visualizações: 120
Data: 2008-10-01 13:18:48
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