Registo Oncológico dos Açores diagnostica 2.248 novos casos de cancro entre 2000 e 2002
Os primeiros resultados do Registo Oncológico da Região Autónoma dos Açores (RORA), apresentados hoje, em Angra do Heroísmo, numa cerimónia presidida pelo secretário regional dos Assuntos Sociais, revelam o diagnóstico de 2.248 novos casos de cancro no arquipélago entre 2000 e 2002.
Domingos Cunha classificou o RORA como “uma mais valia enquanto investimento na saúde pública”, adiantando tratar-se de um instrumento de trabalho “da maior relevância” para a tomada de decisão ao nível político e dar continuidade à prestação de cuidados nesta área.
Os dados hoje apresentados pelo Centro de Oncologia dos Açores (COA), indicam que dos 2248 casos diagnosticados, 1.318 foram detectados em homens e 930 em mulheres.
Nos homens, o cancro da próstata (278 casos), da traqueia, brônquios e pulmão (258) e do cólon e recto (109) são os que revelam maior incidência, enquanto nas mulheres, a maior prevalência respeita ao cancro da mama (286), do cólon e recto (116) e do corpo do útero (57).
Entre 2000 e 2002 foram diagnosticados igualmente 1.318 cancros de pele não melanona, 342 em homens e 240 em mulheres.
Segundo o secretário dos Assuntos Sociais, é com base nestes dados e no desenvolvimento de sistemas de informação desta natureza que a Região tem vindo a firmar “uma estratégia fundamental para transformar informação em conhecimento”, além da difusão de “boas práticas” para atingir ganhos em saúde.
“O RORA, em paralelo com a aposta do Governo dos Açores na implementação do projecto Sistema de Informação da Saúde – Açores Região Digital – SIS-ARD, disponibiliza de forma eficaz e eficiente ferramentas de apoio ao planeamento, gestão e operacionalização de acções, bem como permite definir estratégias para a afectação de recursos, com o intuito de apurar políticas de prevenção e optimizar as metodologias de intervenção”, considerou.
Segundo indicou, Serão apresentados, no próximo ano, os valores do RORA referentes ao período compreendido entre 2003 e 2005.
Criado por portaria de 1993, o RORA conta com a coordenação científica de José Lopes Rodrigues, professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Gonçalo Forjaz, mestre na área do Registo Oncológico e de Walter Adrahi, na coordenação técnica.

Domingos Cunha classificou o RORA como “uma mais valia enquanto investimento na saúde pública”, adiantando tratar-se de um instrumento de trabalho “da maior relevância” para a tomada de decisão ao nível político e dar continuidade à prestação de cuidados nesta área.
Os dados hoje apresentados pelo Centro de Oncologia dos Açores (COA), indicam que dos 2248 casos diagnosticados, 1.318 foram detectados em homens e 930 em mulheres.
Nos homens, o cancro da próstata (278 casos), da traqueia, brônquios e pulmão (258) e do cólon e recto (109) são os que revelam maior incidência, enquanto nas mulheres, a maior prevalência respeita ao cancro da mama (286), do cólon e recto (116) e do corpo do útero (57).
Entre 2000 e 2002 foram diagnosticados igualmente 1.318 cancros de pele não melanona, 342 em homens e 240 em mulheres.
Segundo o secretário dos Assuntos Sociais, é com base nestes dados e no desenvolvimento de sistemas de informação desta natureza que a Região tem vindo a firmar “uma estratégia fundamental para transformar informação em conhecimento”, além da difusão de “boas práticas” para atingir ganhos em saúde.
“O RORA, em paralelo com a aposta do Governo dos Açores na implementação do projecto Sistema de Informação da Saúde – Açores Região Digital – SIS-ARD, disponibiliza de forma eficaz e eficiente ferramentas de apoio ao planeamento, gestão e operacionalização de acções, bem como permite definir estratégias para a afectação de recursos, com o intuito de apurar políticas de prevenção e optimizar as metodologias de intervenção”, considerou.
Segundo indicou, Serão apresentados, no próximo ano, os valores do RORA referentes ao período compreendido entre 2003 e 2005.
Criado por portaria de 1993, o RORA conta com a coordenação científica de José Lopes Rodrigues, professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Gonçalo Forjaz, mestre na área do Registo Oncológico e de Walter Adrahi, na coordenação técnica.
+ Informações:
Fonte: GaCS/HA
Data: 2008-10-03 16:59:33
Visualizações: 68
Data: 2008-10-03 16:59:33
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