Têxteis escondiam contrabando de tabaco da China
Escutas, vigilâncias e várias apreensões da Brigada Fiscal (BF) da GNR permitiram esclarecer um gigantesco esquema de fraude e contrabando de tabaco. O Estado terá sido lesado em mais de quatro milhões de euros.
A julgamento, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal manda 30 indivíduos e oito empresas por crimes de associação criminosa, fraude fiscal, contrabando agravado, contrabando de circulação qualificado, falsificação, passagem de moeda falsa e posse de armas proibidas.
A acusação aponta quatro pessoas como líderes do grupo. Mas um deles está fugido desde o dia 1 de Outubro, data em que a BF da GNR procedeu a dezenas de buscas e detenções. Outro acusado também se encontra em parte incerta. Três dos líderes estão em prisão preventiva.
O esquema do grupo centrava-se na dissimulação em encomendas de têxteis da importação ilegal de tabaco. O país de origem era em especial a China, mas também Espanha. O envolvimento de empresas têxteis e de transportes servia para facilitar tanto o transporte através de barco como através de camiões TIR.
O produto era distribuído em Portugal, mas o destino preferencial era o mercado de França. Entretanto, era guardado em armazéns em Famalicão e Valongo.
Desde 2006 até 2007, foram efectuadas várias apreensões, mas nem por isso o grupo deixou de actuar, uma vez que pareceram tratar-se de operações fortuitas das autoridades. Só que a investigação seguia em paralelo, com escutas e vigilâncias.
A 30 de Outubro de 2006, um indivíduo presumivelmente ligado à organização foi detido com um carregamento de 33 mil pacotes de tabaco em Lyon, França. Foi posto em prisão preventiva e, no passado dia 5 de Setembro, foi condenado por um tribunal francês a cinco anos de prisão efectiva por contrabando e associação criminosa. Ficou ainda obrigado a pagar multa de 1,6 milhões de euros.
Ao todo, nas diversas operações terão sido confiscados 36 699 milhões de cigarros, dos quais não foram pagos 4 167 milhões de euros ao Estado, em impostos, valor que é exigido pelo Ministério Público em indemnização cível a 20 dos 30 arguidos. Os cigarros, em parte significativa oriunda da China, eram contrafeitos, não tendo a qualidade devida.

A julgamento, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal manda 30 indivíduos e oito empresas por crimes de associação criminosa, fraude fiscal, contrabando agravado, contrabando de circulação qualificado, falsificação, passagem de moeda falsa e posse de armas proibidas.
A acusação aponta quatro pessoas como líderes do grupo. Mas um deles está fugido desde o dia 1 de Outubro, data em que a BF da GNR procedeu a dezenas de buscas e detenções. Outro acusado também se encontra em parte incerta. Três dos líderes estão em prisão preventiva.
O esquema do grupo centrava-se na dissimulação em encomendas de têxteis da importação ilegal de tabaco. O país de origem era em especial a China, mas também Espanha. O envolvimento de empresas têxteis e de transportes servia para facilitar tanto o transporte através de barco como através de camiões TIR.
O produto era distribuído em Portugal, mas o destino preferencial era o mercado de França. Entretanto, era guardado em armazéns em Famalicão e Valongo.
Desde 2006 até 2007, foram efectuadas várias apreensões, mas nem por isso o grupo deixou de actuar, uma vez que pareceram tratar-se de operações fortuitas das autoridades. Só que a investigação seguia em paralelo, com escutas e vigilâncias.
A 30 de Outubro de 2006, um indivíduo presumivelmente ligado à organização foi detido com um carregamento de 33 mil pacotes de tabaco em Lyon, França. Foi posto em prisão preventiva e, no passado dia 5 de Setembro, foi condenado por um tribunal francês a cinco anos de prisão efectiva por contrabando e associação criminosa. Ficou ainda obrigado a pagar multa de 1,6 milhões de euros.
Ao todo, nas diversas operações terão sido confiscados 36 699 milhões de cigarros, dos quais não foram pagos 4 167 milhões de euros ao Estado, em impostos, valor que é exigido pelo Ministério Público em indemnização cível a 20 dos 30 arguidos. Os cigarros, em parte significativa oriunda da China, eram contrafeitos, não tendo a qualidade devida.
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2008-10-07 13:45:16
Visualizações: 84
Data: 2008-10-07 13:45:16
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