Funcionários da TAP detidos ao tentar trazer cocaína para Portugal
O Ministério Público venezuelano confirmou a detenção de oito funcionários de empresas de segurança do Aeroporto Internacional de Maiquetía (Caracas) que tentaram enviar 16,529 quilos de cocaína de alta pureza para Portugal.
Em comunicado, o Ministério Público venezuelano explica que os detidos tentaram enviar, segunda-feira, a cocaína no voo TP-130 da TAP e aguardam para ser apresentados a um tribunal de controlo do Estado de Vargas (20 quilómetros a Norte de Caracas).
Uma fonte aeroportuária explicou à Agência Lusa que a cocaína estava numa mala que foi detectada depois de passar os controlos de segurança da TAP, pouco antes de ser introduzida no avião.
«Depois de detectados os estupefacientes, a Guarda Nacional (polícia militar) deteve um passageiro de nacionalidade italiana e outros suspeitos e inclusive três funcionários do check-in da TAP, que só não foram algemados por falta de algemas suficientes», explicou a fonte.
Precisou que os funcionários da TAP foram transportados para a sede da divisão 53 da Guarda Nacional de onde regressaram aos escritórios daquela polícia no aeroporto, para serem ouvidos como testemunhas.
«Trata-se de uma situação que não temos conhecimento que aconteça com outras linhas aéreas porque, quando são detectadas malas com drogas noutras operadoras, apenas os empregados de segurança é que são detidos», precisou a mesma fonte, manifestando estar descontente com a situação.
Fonte da TAP avançou à Agência Lusa que a empresa efectuou as diligências necessárias para acompanhar os funcionários do check-in e que estes prestaram declarações na qualidade de testemunhas.
Segundo o Ministério Público venezuelano, os detidos, Rodrigo Romero, Marilenis Jiménez, Mireya Cordero, Flor Bustamante, Yadira Oropeza, Tomás Escalona, Roger Ladera y José Rodríguez, vão ser acusados de tráfico ilícito de substâncias estupefacientes.
As investigações preliminares revelam que os detidos são suspeitos de ter retirado a etiqueta de uma mala que foi colocada noutra com a droga. Cinco dos detidos são empregados de uma empresa que presta serviços de segurança no Aeroporto Internacional de Maiquetía.
Os outros três são responsáveis pelo transporte das malas para os aviões, depois de inspeccionadas por funcionários da Guarda Nacional.

Em comunicado, o Ministério Público venezuelano explica que os detidos tentaram enviar, segunda-feira, a cocaína no voo TP-130 da TAP e aguardam para ser apresentados a um tribunal de controlo do Estado de Vargas (20 quilómetros a Norte de Caracas).
Uma fonte aeroportuária explicou à Agência Lusa que a cocaína estava numa mala que foi detectada depois de passar os controlos de segurança da TAP, pouco antes de ser introduzida no avião.
«Depois de detectados os estupefacientes, a Guarda Nacional (polícia militar) deteve um passageiro de nacionalidade italiana e outros suspeitos e inclusive três funcionários do check-in da TAP, que só não foram algemados por falta de algemas suficientes», explicou a fonte.
Precisou que os funcionários da TAP foram transportados para a sede da divisão 53 da Guarda Nacional de onde regressaram aos escritórios daquela polícia no aeroporto, para serem ouvidos como testemunhas.
«Trata-se de uma situação que não temos conhecimento que aconteça com outras linhas aéreas porque, quando são detectadas malas com drogas noutras operadoras, apenas os empregados de segurança é que são detidos», precisou a mesma fonte, manifestando estar descontente com a situação.
Fonte da TAP avançou à Agência Lusa que a empresa efectuou as diligências necessárias para acompanhar os funcionários do check-in e que estes prestaram declarações na qualidade de testemunhas.
Segundo o Ministério Público venezuelano, os detidos, Rodrigo Romero, Marilenis Jiménez, Mireya Cordero, Flor Bustamante, Yadira Oropeza, Tomás Escalona, Roger Ladera y José Rodríguez, vão ser acusados de tráfico ilícito de substâncias estupefacientes.
As investigações preliminares revelam que os detidos são suspeitos de ter retirado a etiqueta de uma mala que foi colocada noutra com a droga. Cinco dos detidos são empregados de uma empresa que presta serviços de segurança no Aeroporto Internacional de Maiquetía.
Os outros três são responsáveis pelo transporte das malas para os aviões, depois de inspeccionadas por funcionários da Guarda Nacional.
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2008-10-09 13:29:49
Visualizações: 88
Data: 2008-10-09 13:29:49
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