César é "cúmplice" de Sócrates numa "agressão aos Açores"
O líder do PSD/Açores considerou sábado que o presidente do governo regional é "cúmplice" do primeiro-ministro numa "agressão aos Açores", dado que continuam por resolver questões pendentes entre a Região e o governo da República.
"César fala muito grosso quando Sócrates está longe. Quando estão ao lado um do outro é mansinho, mansinho, mansinho", afirmou Costa Neves, num jantar-comício na Casa do Povo de Santo Espírito, na ilha de Santa Maria.
Para o líder social-democrata e candidato a presidente do governo regional, César é "cúmplice" de Sócrates numa "agressão aos Açores", pois os dois deixaram por resolver as questões relativas à situação financeira da Universidade dos Açores, falta de agentes da polícia na Região, dívida do governo da República à EDA, falta de meios da RTP/RDP e preço das passagens aéreas para residentes entre os Açores e o continente.
"Não só não ouvi resposta nenhuma como me incomodou ver o presidente do governo ao lado de Sócrates como se estivesse tudo no melhor dos mundos e como se esses assuntos não tivessem que ser tratados", frisou.
Costa Neves recordou que o governo da República já deve 35 milhões de euros à EDA, referentes ao processo de convergência do tarifário eléctrico entre os Açores e o continente.
"Estava à espera que o engenheiro Sócrates nos dissesse que vai pagar a dívida no próximo orçamento de Estado. Zero. Nada", salientou.
O presidente do PSD/Açores esperava, igualmente, que o primeiro-ministro explicasse "como vai resolver ou não a situação da Universidade", bem como se está ou não previsto o reforço do número de agentes da polícia nas principais cidades do arquipélago, onde "há um problema de segurança".
De acordo com o líder social-democrata, a PSP "precisa de ter mais 30 por cento de polícias e melhores meios" na Região.

"César fala muito grosso quando Sócrates está longe. Quando estão ao lado um do outro é mansinho, mansinho, mansinho", afirmou Costa Neves, num jantar-comício na Casa do Povo de Santo Espírito, na ilha de Santa Maria.
Para o líder social-democrata e candidato a presidente do governo regional, César é "cúmplice" de Sócrates numa "agressão aos Açores", pois os dois deixaram por resolver as questões relativas à situação financeira da Universidade dos Açores, falta de agentes da polícia na Região, dívida do governo da República à EDA, falta de meios da RTP/RDP e preço das passagens aéreas para residentes entre os Açores e o continente.
"Não só não ouvi resposta nenhuma como me incomodou ver o presidente do governo ao lado de Sócrates como se estivesse tudo no melhor dos mundos e como se esses assuntos não tivessem que ser tratados", frisou.
Costa Neves recordou que o governo da República já deve 35 milhões de euros à EDA, referentes ao processo de convergência do tarifário eléctrico entre os Açores e o continente.
"Estava à espera que o engenheiro Sócrates nos dissesse que vai pagar a dívida no próximo orçamento de Estado. Zero. Nada", salientou.
O presidente do PSD/Açores esperava, igualmente, que o primeiro-ministro explicasse "como vai resolver ou não a situação da Universidade", bem como se está ou não previsto o reforço do número de agentes da polícia nas principais cidades do arquipélago, onde "há um problema de segurança".
De acordo com o líder social-democrata, a PSP "precisa de ter mais 30 por cento de polícias e melhores meios" na Região.
+ Informações:
Fonte: PSD/Açores - Gabinete de Imprensa
Data: 2008-10-13 11:05:45
Visualizações: 98
Data: 2008-10-13 11:05:45
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