Sobre o “esquerdista da linha de Cascais”
A edição online do Açoriano Oriental publica hoje declarações impróprias de um Presidente de Governo Regional. 
Carlos César perdeu a compostura. A sua resposta às denúncias do Bloco do escândalo das obras da estrada da Fajã do Calhau foi uma imitação de Alberto João Jardim.
Os impropérios usam-se para desviar as atenções, acicatar as emoções primárias e impedir o debate político.
Mas Carlos César tem azar – agora tem uma oposição que o enfrenta. Carlos César pode continuar com impropérios, mas nós vamos continuar a perguntar-lhe:
1. Onde está o projecto da estrada da Fajã do Calhau?
2. Onde está o concurso de adjudicação da obra?
3. Onde está o orçamento da obra?
4. Onde estão os responsáveis da obra?
5. Onde está o estudo de impacto ambiental da obra?
Carlos César não terá coragem de responder a estas perguntas – até porque a única resposta é “não há”. É a demonstração de uma incompetência, de um compadrio para com “amigos” da Fajã do Calhau. Para com os poucos que beneficiam do dinheiro de todas as pessoas que pagam os seus impostos.
A Fajã do Calhau e o Matadouro do Pico, são a demonstração – entre muitos outros casos, do despesismo, e das derrapagens como modo de (des)governar.
Realmente, Carlos César, não havia necessidade.

Carlos César perdeu a compostura. A sua resposta às denúncias do Bloco do escândalo das obras da estrada da Fajã do Calhau foi uma imitação de Alberto João Jardim.
Os impropérios usam-se para desviar as atenções, acicatar as emoções primárias e impedir o debate político.
Mas Carlos César tem azar – agora tem uma oposição que o enfrenta. Carlos César pode continuar com impropérios, mas nós vamos continuar a perguntar-lhe:
1. Onde está o projecto da estrada da Fajã do Calhau?
2. Onde está o concurso de adjudicação da obra?
3. Onde está o orçamento da obra?
4. Onde estão os responsáveis da obra?
5. Onde está o estudo de impacto ambiental da obra?
Carlos César não terá coragem de responder a estas perguntas – até porque a única resposta é “não há”. É a demonstração de uma incompetência, de um compadrio para com “amigos” da Fajã do Calhau. Para com os poucos que beneficiam do dinheiro de todas as pessoas que pagam os seus impostos.
A Fajã do Calhau e o Matadouro do Pico, são a demonstração – entre muitos outros casos, do despesismo, e das derrapagens como modo de (des)governar.
Realmente, Carlos César, não havia necessidade.
+ Informações:
Fonte: Bloco de Esquerda Açores
Data: 2008-10-13 13:11:59
Visualizações: 59
Data: 2008-10-13 13:11:59
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