Juan Marsé ganha Prémio Cervantes
O escritor espanhol Juan Marsé obteve ontem o Prémio Cervantes, o Nobel das Letras espanholas.

Marsé, nascido em Barcelona a 8 de Janeiro de 1933, tinha como contendores na "corrida" Ana María Matute, Javier Marías e Caballero Bonald, entre outros.
O prémio, no valor de 125.000 euros, é o primeiro a ser outorgado na sequência das alterações introduzidas pelo Ministério de Cultura na composição do júri, por forma a reforçar a presença do mundo das letras e da cultura em geral em detrimento das instituições dependentes do governo.
Hoje um dos nomes maiores da novelística de Espanha, Marsé - Juan Faneca Roca de seu verdadeiro nome - trabalhou numa oficina de joalharia como aprendiz e aos 25 anos começou a escrever em jornais e revistas.
Viveu durante alguns em Paris, onde trabalhou no laboratório Pasteur, e regressando a Espanha ganhou o Prémio Biblioteca Breve com o romance "Últimas tardes com Teresa".
Mantendo desde então sempre aberta a sua "oficina" de escritor, desdobrou-se noutras actividades, sempre de algum modo ligadas à escrita - trabalhando para revistas, escrevendo argumentos para o cinema.
Além de "Últimas tardes com Teresa" estão traduzidas em Portugal outras ficções de Marsé, entre as quais "O Feitiço de Xangai", "Rabos de Lagartixa" e "Canções de Amor em Lolita`s Club".
A palavra do leitor

Marsé, nascido em Barcelona a 8 de Janeiro de 1933, tinha como contendores na "corrida" Ana María Matute, Javier Marías e Caballero Bonald, entre outros.
O prémio, no valor de 125.000 euros, é o primeiro a ser outorgado na sequência das alterações introduzidas pelo Ministério de Cultura na composição do júri, por forma a reforçar a presença do mundo das letras e da cultura em geral em detrimento das instituições dependentes do governo.
Hoje um dos nomes maiores da novelística de Espanha, Marsé - Juan Faneca Roca de seu verdadeiro nome - trabalhou numa oficina de joalharia como aprendiz e aos 25 anos começou a escrever em jornais e revistas.
Viveu durante alguns em Paris, onde trabalhou no laboratório Pasteur, e regressando a Espanha ganhou o Prémio Biblioteca Breve com o romance "Últimas tardes com Teresa".
Mantendo desde então sempre aberta a sua "oficina" de escritor, desdobrou-se noutras actividades, sempre de algum modo ligadas à escrita - trabalhando para revistas, escrevendo argumentos para o cinema.
Além de "Últimas tardes com Teresa" estão traduzidas em Portugal outras ficções de Marsé, entre as quais "O Feitiço de Xangai", "Rabos de Lagartixa" e "Canções de Amor em Lolita`s Club".
A palavra do leitor
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2008-11-28 16:58:21
Visualizações: 540
Data: 2008-11-28 16:58:21
Visualizações: 540
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