Exercícios podem reduzir necessidade de anestesia no parto
Além dos seus já bem conhecidos benefícios, os exercícios na gravidez podem ajudar as mulheres a reduzir a necessidade de anestesia durante o parto, segundo descobriu um pequeno estudo.

Os pesquisadores acompanharam 34 mulheres grávidas em exercícios aeróbicos aquáticos três vezes por semana, 50 minutos por sessão, e 37 de um grupo de controle sedentário seleccionado por idade, peso, educação, partos anteriores e massa corporal antes da gravidez.
As mulheres em ambos os grupos eram saudáveis e em boas condições físicas, e o seu condicionamento, medido pelo consumo de oxigénio e batimento cardíaco, foi melhor em ambos os grupos no segundo trimestre, retornando aos níveis anteriores à gravidez no terceiro.
O estudo aparece na edição de 21 de Novembro da Reproductive Health.
Não houve diferença entre os dois grupos quanto ao esforço no nascimento, tipo de parto ou saúde do recém-nascido, e o programa de exercícios não mostrou qualquer efeito na capacidade cardiovascular das mulheres.
Mas apenas 27% das que se exercitaram, comparado a 65% do grupo de controlo, pediram medicamento para dor durante o trabalho de parto.
"Esse estudo aponta para uma pequena vantagem quanto à necessidade de anestesia epidural", disse a líder da pesquisa, Rosa I. Pereira, da Unicamp, Brasil.
"Mulheres saudáveis com gravidez de baixo risco devem praticar exercícios físicos moderados e regulares durante a gravidez".
The New York Times
A palavra do leitor

Os pesquisadores acompanharam 34 mulheres grávidas em exercícios aeróbicos aquáticos três vezes por semana, 50 minutos por sessão, e 37 de um grupo de controle sedentário seleccionado por idade, peso, educação, partos anteriores e massa corporal antes da gravidez.
As mulheres em ambos os grupos eram saudáveis e em boas condições físicas, e o seu condicionamento, medido pelo consumo de oxigénio e batimento cardíaco, foi melhor em ambos os grupos no segundo trimestre, retornando aos níveis anteriores à gravidez no terceiro.
O estudo aparece na edição de 21 de Novembro da Reproductive Health.
Não houve diferença entre os dois grupos quanto ao esforço no nascimento, tipo de parto ou saúde do recém-nascido, e o programa de exercícios não mostrou qualquer efeito na capacidade cardiovascular das mulheres.
Mas apenas 27% das que se exercitaram, comparado a 65% do grupo de controlo, pediram medicamento para dor durante o trabalho de parto.
"Esse estudo aponta para uma pequena vantagem quanto à necessidade de anestesia epidural", disse a líder da pesquisa, Rosa I. Pereira, da Unicamp, Brasil.
"Mulheres saudáveis com gravidez de baixo risco devem praticar exercícios físicos moderados e regulares durante a gravidez".
The New York Times
A palavra do leitor
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2008-12-15 15:31:04
Visualizações: 2461
Data: 2008-12-15 15:31:04
Visualizações: 2461
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Acesso à saúde é essencial ao processo de integração da população imigrante
Seminário Sobre A Gripe Suína No Salão Nobre
Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa disponibiliza vídeos de primeiros socorros na Internet
MP3 torna audição de jovens igual à de pessoas de 60 anos
ANF acusa Governo de atrasar introdução de novos genéricos
Frutos e vegetais podem reduzir o risco de cancro de mama
SIDA está a infectar mais mulheres portuguesas
12 mil mulheres açorianas sofrem de Osteoporose
Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores formalmente criado hoje
Telemóveis são tão perigosos como o micro-ondas ou o sol
Seminário Sobre A Gripe Suína No Salão Nobre
Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa disponibiliza vídeos de primeiros socorros na Internet
MP3 torna audição de jovens igual à de pessoas de 60 anos
ANF acusa Governo de atrasar introdução de novos genéricos
Frutos e vegetais podem reduzir o risco de cancro de mama
SIDA está a infectar mais mulheres portuguesas
12 mil mulheres açorianas sofrem de Osteoporose
Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores formalmente criado hoje
Telemóveis são tão perigosos como o micro-ondas ou o sol





