Aumentos dos preços dos combustíveis são ridículos e escandalosos
O presidente da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis, Augusto Cymbron, considerou "absolutamente ridículos" os aumentos de preço aplicados esta semana pela GALP e BP e "escandalosos" os da CEPSA, que subiu o preço do gasóleo em 5,9 cêntimos.
"As petrolíferas justificam [o aumento de preços] também com a invasão da Faixa de Gaza por Israel e que por isso o barril [de petróleo] chegou a atingir os 50 dólares, mas ontem [terça-feira] atingiu um mínimo de 41 dólares", recordou o dirigente.
"Os aumentos da Cepsa além de ridículos são escandalosos, porque pelas contas que faço daria no máximo um aumento de três cêntimos. As outras companhias subiram dois e eles subiram quase seis", sublinhou.
A gasolineira CEPSA aumentou às 00:00 desta quarta-feira o preço do litro de gasóleo em 5,9 cêntimos e o do litro de gasolina sem chumbo 95 em 5,7 cêntimos, disse à Lusa fonte ligada à petrolífera.
De acordo com a mesma fonte, o preço de referência da CEPSA para o litro de gasóleo esta semana é de 0,998 euros e para o litro de gasolina sem chumbo é de 1,125 euros. A petrolífera remeteu para mais tarde uma justificação pelo aumento dos preços. No passado fim-de-semana, a GALP aumentou os preços da gasolina e do gasóleo em dois cêntimos, justificando os aumentos com um "pico de subida" dos combustíveis nos mercados internacionais na semana passada e com a desvalorização do euro face ao dólar. A BP deverá fazer um aumento semelhante. "Para já provavelmente à volta de dois cêntimos, depois se verá”, disse um porta-voz da empresa na segunda-feira.
Tanto a BP como a GALP justificaram a subida com razões que se verificaram na semana passada: situações de ordem geopolítica como a intervenção armada de Israel na Faixa de Gaza e a disputa entre a Gazprom e a Ucrânia [com a empresa russa a cortar o fornecimento de gás natural a vários países europeus], bem como a desvalorização do euro.
As duas empresas dizem que estes factores resultaram numa subida muito acentuada dos produtos refinados.

"As petrolíferas justificam [o aumento de preços] também com a invasão da Faixa de Gaza por Israel e que por isso o barril [de petróleo] chegou a atingir os 50 dólares, mas ontem [terça-feira] atingiu um mínimo de 41 dólares", recordou o dirigente.
"Os aumentos da Cepsa além de ridículos são escandalosos, porque pelas contas que faço daria no máximo um aumento de três cêntimos. As outras companhias subiram dois e eles subiram quase seis", sublinhou.
A gasolineira CEPSA aumentou às 00:00 desta quarta-feira o preço do litro de gasóleo em 5,9 cêntimos e o do litro de gasolina sem chumbo 95 em 5,7 cêntimos, disse à Lusa fonte ligada à petrolífera.
De acordo com a mesma fonte, o preço de referência da CEPSA para o litro de gasóleo esta semana é de 0,998 euros e para o litro de gasolina sem chumbo é de 1,125 euros. A petrolífera remeteu para mais tarde uma justificação pelo aumento dos preços. No passado fim-de-semana, a GALP aumentou os preços da gasolina e do gasóleo em dois cêntimos, justificando os aumentos com um "pico de subida" dos combustíveis nos mercados internacionais na semana passada e com a desvalorização do euro face ao dólar. A BP deverá fazer um aumento semelhante. "Para já provavelmente à volta de dois cêntimos, depois se verá”, disse um porta-voz da empresa na segunda-feira.
Tanto a BP como a GALP justificaram a subida com razões que se verificaram na semana passada: situações de ordem geopolítica como a intervenção armada de Israel na Faixa de Gaza e a disputa entre a Gazprom e a Ucrânia [com a empresa russa a cortar o fornecimento de gás natural a vários países europeus], bem como a desvalorização do euro.
As duas empresas dizem que estes factores resultaram numa subida muito acentuada dos produtos refinados.
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2009-01-15 17:04:01
Visualizações: 844
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