Botox cura mulher que chorava durante refeições
Uma britânica de 58 anos, que chorava em todas as refeições devido a uma doença rara, teve o problema controlado graças a injecções de Botox, segundo a assessoria de imprensa do Hospital Maidstone, em Kent.

Patricia Webster sofre da Síndrome das Lágrimas de Crocodilo, uma condição que afecta certos pacientes com paralisia facial.
A paralisia é consequência de outra doença, diagnosticada em 1991, a Síndrome de Guillain-Barre, que ataca os nervos do corpo.
A doença deixou-a paralisada e Webster teve que ser submetida a um intenso tratamento para recuperar a sua mobilidade.
Mas a paciente não conseguiu superar uma paralisia parcial da face e a Síndrome das Lágrimas de Crocodilo desenvolveu-se como efeito colateral.
Com isso, todas as vezes que Webster mastigava, as lágrimas rolavam em abundância.
A equipe médica do Hospital Maidstone injectou botox debaixo da pálpebra de Webster, na glândula lacrimal, que resolveu o problema. Agora a paciente frequenta o hospital para manter o problema sob controlo.
A toxina botulínica é usada em tratamentos estéticos e medicinais. Os tipos mais comuns são o Botox (toxina tipo A) e o Myobloc (tipo B), usados em procedimentos estéticos para atenuar as rugas da pele e em diversas condições médicas.
Na medicina, a toxina é utilizada no tratamento de paralisia cerebral, espasticidade muscular, estrabismo e diversas síndromes neurológicas.
Um estudo da Associação Americana de Urologia divulgado em 2007, afirmava que o uso de injecções de botox poderia ajudar a controlar problemas da próstata, como uma condição que leva a pessoa a ir ao casa de banho com frequência e, num estágio avançado, sofrer com retenção urinária.
Mas, em 2008, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês) - principal órgão de vigilância sanitária nos Estados Unidos - informou que a droga foi ligada a sintomas graves do botulismo, como dificuldade de deglutição e respiração.
Em alguns casos, os efeitos causaram internamentos e algumas crianças que receberam a droga para tratamento de espasmos musculares morreram no hospital.
E um estudo realizado por cientistas canadianos sugere que a toxina botulínica pode afectar músculos adjacentes ao da região em que foi injectada, provocando paralisia e enfraquecimento muscular.
A palavra do leitor

Patricia Webster sofre da Síndrome das Lágrimas de Crocodilo, uma condição que afecta certos pacientes com paralisia facial.
A paralisia é consequência de outra doença, diagnosticada em 1991, a Síndrome de Guillain-Barre, que ataca os nervos do corpo.
A doença deixou-a paralisada e Webster teve que ser submetida a um intenso tratamento para recuperar a sua mobilidade.
Mas a paciente não conseguiu superar uma paralisia parcial da face e a Síndrome das Lágrimas de Crocodilo desenvolveu-se como efeito colateral.
Com isso, todas as vezes que Webster mastigava, as lágrimas rolavam em abundância.
A equipe médica do Hospital Maidstone injectou botox debaixo da pálpebra de Webster, na glândula lacrimal, que resolveu o problema. Agora a paciente frequenta o hospital para manter o problema sob controlo.
A toxina botulínica é usada em tratamentos estéticos e medicinais. Os tipos mais comuns são o Botox (toxina tipo A) e o Myobloc (tipo B), usados em procedimentos estéticos para atenuar as rugas da pele e em diversas condições médicas.
Na medicina, a toxina é utilizada no tratamento de paralisia cerebral, espasticidade muscular, estrabismo e diversas síndromes neurológicas.
Um estudo da Associação Americana de Urologia divulgado em 2007, afirmava que o uso de injecções de botox poderia ajudar a controlar problemas da próstata, como uma condição que leva a pessoa a ir ao casa de banho com frequência e, num estágio avançado, sofrer com retenção urinária.
Mas, em 2008, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês) - principal órgão de vigilância sanitária nos Estados Unidos - informou que a droga foi ligada a sintomas graves do botulismo, como dificuldade de deglutição e respiração.
Em alguns casos, os efeitos causaram internamentos e algumas crianças que receberam a droga para tratamento de espasmos musculares morreram no hospital.
E um estudo realizado por cientistas canadianos sugere que a toxina botulínica pode afectar músculos adjacentes ao da região em que foi injectada, provocando paralisia e enfraquecimento muscular.
A palavra do leitor
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2009-01-23 14:48:25
Visualizações: 2188
Data: 2009-01-23 14:48:25
Visualizações: 2188
Comentários:
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green_girl - 2009-02-20 02:10:52
Não há bela sem senao...


Sotnas - 2009-02-28 11:16:06
Ora ai está.

green_girl - 2009-02-20 02:10:52Não há bela sem senao...

Sotnas - 2009-02-28 11:16:06Ora ai está.
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