Greenpeace defende acções imediatas contra o aquecimento global
A expedição do navio da organização não-governamental Greenpeace leva a campanha contra o aquecimento global a Belém, no Pará, cidade que vai receber o Fórum Social Mundial e alertar para os danos da devastação da Amazónia.
Com o lema "Salvar o planeta, é agora ou agora", esta ONG iniciou em Janeiro uma travessia a bordo da embarcação Arctic Sunrise pela Amazónia e, até Abril, passará por cidades da costa brasileira para informar e mobilizar a população para os riscos globais das mudanças climáticas.
Segundo Tica Minami, uma das coordenadoras da expedição do Greenpeace, a crise climática é "o maior desafio imposto para a humanidade".
Minami alertou para a urgência das acções a fim de reverter os impactos sobre a vida humana e a biodiversidade.
"O nosso futuro está ameaçado e precisamos de fazer alguma coisa agora. A expedição faz parte do esforço global do Greenpeace, que encara este como muito importante no combate às mudanças climáticas", disse à Agência Lusa Tica Minami, referindo-se à necessidade de um novo conceito de desenvolvimento para produzir e consumir de "forma diferente".
"Toda a crise é um desafio e uma oportunidade. E o Brasil tem um papel muito importante nas negociações internacionais de clima", destacou a activista.
Minami defendeu uma actuação pró-activa do governo brasileiro na Conferência sobre o clima que se realiza no âmbito das Nações Unidas, em Dezembro deste ano, em Copenhaga, na Dinamarca.
Na ocasião, representantes de cerca de 200 países deverão reunir-se para traçar metas após o fim do prazo do Protocolo de Kyoto que termina em 2012.
"Se conseguirmos travar a desflorestação da Amazónia, já estaremos a dar uma grande contribuição do Brasil para salvar o planeta", realçou.
Segundo a activista do Greenpeace, o Brasil é o quarto maior emissor de gases de efeito estufa, onde 75% das emissões brasileiras provém da devastação e da má utilização do solo para a pecuária ou para a plantação de soja, principalmente na Amazónia.
Dados da organização informam que todos os anos mais de 800 milhões de toneladas de gás carbónico são libertados na destruição da floresta.
Durante a campanha, a ONG defende a redução a zero da desflorestação da Amazónia até 2015, além de investimentos em energias renováveis e protecção de áreas marinhas protegidas na costa brasileira - onde apenas 0,4% do total da costa tem algum tipo de preservação.

Com o lema "Salvar o planeta, é agora ou agora", esta ONG iniciou em Janeiro uma travessia a bordo da embarcação Arctic Sunrise pela Amazónia e, até Abril, passará por cidades da costa brasileira para informar e mobilizar a população para os riscos globais das mudanças climáticas.
Segundo Tica Minami, uma das coordenadoras da expedição do Greenpeace, a crise climática é "o maior desafio imposto para a humanidade".
Minami alertou para a urgência das acções a fim de reverter os impactos sobre a vida humana e a biodiversidade.
"O nosso futuro está ameaçado e precisamos de fazer alguma coisa agora. A expedição faz parte do esforço global do Greenpeace, que encara este como muito importante no combate às mudanças climáticas", disse à Agência Lusa Tica Minami, referindo-se à necessidade de um novo conceito de desenvolvimento para produzir e consumir de "forma diferente".
"Toda a crise é um desafio e uma oportunidade. E o Brasil tem um papel muito importante nas negociações internacionais de clima", destacou a activista.
Minami defendeu uma actuação pró-activa do governo brasileiro na Conferência sobre o clima que se realiza no âmbito das Nações Unidas, em Dezembro deste ano, em Copenhaga, na Dinamarca.
Na ocasião, representantes de cerca de 200 países deverão reunir-se para traçar metas após o fim do prazo do Protocolo de Kyoto que termina em 2012.
"Se conseguirmos travar a desflorestação da Amazónia, já estaremos a dar uma grande contribuição do Brasil para salvar o planeta", realçou.
Segundo a activista do Greenpeace, o Brasil é o quarto maior emissor de gases de efeito estufa, onde 75% das emissões brasileiras provém da devastação e da má utilização do solo para a pecuária ou para a plantação de soja, principalmente na Amazónia.
Dados da organização informam que todos os anos mais de 800 milhões de toneladas de gás carbónico são libertados na destruição da floresta.
Durante a campanha, a ONG defende a redução a zero da desflorestação da Amazónia até 2015, além de investimentos em energias renováveis e protecção de áreas marinhas protegidas na costa brasileira - onde apenas 0,4% do total da costa tem algum tipo de preservação.
+ Informações:
Fonte: DA
Data: 2009-01-27 16:45:51
Visualizações: 1026
Data: 2009-01-27 16:45:51
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