Encontro com população de São Roque/ canil ponta delgada
O Canil Municipal de Ponta Delgada acaba de ser certificado, tornando-se na primeira infra-estrutura do género dos Açores, e na oitava a nível nacional, a receber o certificado de qualidade. A certificação do Canil de Ponta Delgada foi um dos temas em debate durante o encontro que a Presidente da Câmara Municipal manteve, quinta-feira ao princípio da noite, com a população de São Roque, freguesia onde fica situada esta infra-estrutura.
O Canil Municipal de Ponta Delgada, localizada nas Murtas, representou um investimento de 200 mil euros por parte da autarquia e dispõe de 53 espaços para albergar animais, seis dos quais estão preparados para gatos. Ali, os animais acompanhados, diariamente, por um veterinário, uma engenheira zootécnica e por dois tratadores, contando ainda com a colaboração das Associações de Defesa e Protecção dos Animais.
Ponta Delgada é, de resto, o único concelho dos Açores e um dos poucos a nível nacional a possuir um Canil Municipal que é considerado como Centro de Recolha Oficial (CRO) de Animais de Companhia.
No encontro com a população de São Roque, Berta Cabral fez questão de frisar o crescimento que a freguesia tem tido nos últimos anos, graças aos investimentos da Câmara e da Junta, quer ao nível das infra-estruturas sociais, desportivas e de lazer, quer também em termos económicos e urbanos. Por isso, a autarca manifestou o seu apoio à pretensão do Presidente da Junta de Freguesia local que quer elevar São Roque a vila.
Segundo a Presidente da Câmara de Ponta Delgada, “São Roque tem uma identidade própria como freguesia e tem todas as condições e infra-estruturas necessárias para ser elevada a vila, uma vez que o seu crescimento, nas várias áreas de desenvolvimento económico e social, é bem visível, o que acontece devido ao grande esforço feito pelo Município e pela Junta nos últimos anos”.
A título de exemplo, referiu grandes obras que trouxeram o crescimento da malha urbana de São Roque, como a instalação do maior parque empresarial dos Açores – o Azores Parque – e o prolongamento da Avenida do Mar, além da construção de centenas de fogos a custos controlados em diferentes zonas da freguesia.
No caso do Azores Parque, Berta Cabral considerou tratar-se de um grande investimento de alcance estratégico que dotou Ponta Delgada e a ilha de São Miguel de um moderno parque empresarial atractivo para os investidores, conciliando as vertentes empresarial e tecnológica. Neste espaço, situado na freguesia de São Roque está ainda situado um Ninho de Empresas no Retail Parque, que é composto por 94 pavilhões, num investimento global de 8 milhões de euros.
Por outro lado, a Azores Parque (sociedade anónima em que a autarquia é a principal accionista) já arrancou com o projecto de construção de um loteamento para acolher um parque de oficinas, num investimento de cerca de 3,8 milhões de euros, prosseguindo com a aquisição de terrenos do Parque Empresarial para as restantes unidades de execução, como é o caso da Feira Internacional dos Açores, que tem uma dotação orçamental prevista de 4,7 milhões de euros.
A Presidente da Câmara falou ainda na Rua Azores Parque, uma obra que custou 2,2 milhões de euros, e no prolongamento a Norte da Rua Duarte Borges, que foi alargado e pavimentado numa extensão de 1.700 metros.
Já sobre o prolongamento da avenida litoral para São Roque, um investimento global de 12 milhões de euros, Berta Cabral sublinhou que esta obra, feita em duas fases (a primeira entre a ETAR e a Canada da Shell e a segunda entre esta última e o Poço Velho) é estruturante, uma vez que “é das poucas obras que acumulam as vantagens de ordenamento do território, organização urbanística, requalificação ambiental, consolidação estrutural, valorização social, potenciação económica e interesse turístico. Para além de ciclovias, circuitos de manutenção, alternativa de circulação automóvel para São Roque, a segunda fase da obra proporcionou mais uma zona balnear em Ponta Delgada, a Zona Balnear do Forno de Cal.
Neste caso concreto, a Presidente adiantou que a autarquia mantém a ideia de avançar com um passeio pedonal entre o Forno da Cal e o Ilhéu de São Roque, uma obra a ser concretizada num próximo mandato.
Uma das grandes preocupações da população de São Roque prende-se, no entanto, com a insegurança na estrada regional. Alguns dos presentes no encontro pediram a intervenção da autarquia junto da Secretaria Regional dos Equipamentos no sentido de se avançar, o mais rapidamente possível, com obras na estrada principal da freguesia, nomeadamente criando passeios para que a população se sinta mais segura quando circular nesta estrada onde passam largas centenas de veículos por dia.
A população teme, sobretudo, pela falta de segurança das crianças e dos idosos.
Berta Cabral referiu que, quer a Câmara Municipal, quer a própria Junta de Freguesia, têm insistido neste sentido junto do Governo, mas sem sucesso, adiantando mesmo que já não faz sentido que, nos dias de hoje, a via principal de São Roque seja ainda considerada como estrada regional.
Para a Presidente, a estrada regional de São Roque deveria ser reclassificada e passar a via urbana municipal, para que a autarquia possa intervir de acordo com as pretensões da população. Aliás, isso mesmo aconteceu com a estrada principal da Fajã de Cima, depois das obras de intervenção que ali ocorreram. As obras na estrada principal da Fajã de Cima já terminaram há algum tempo, mas o facto é que a autarquia ainda aguarda a entrega oficial por parte do Governo.

O Canil Municipal de Ponta Delgada, localizada nas Murtas, representou um investimento de 200 mil euros por parte da autarquia e dispõe de 53 espaços para albergar animais, seis dos quais estão preparados para gatos. Ali, os animais acompanhados, diariamente, por um veterinário, uma engenheira zootécnica e por dois tratadores, contando ainda com a colaboração das Associações de Defesa e Protecção dos Animais.
Ponta Delgada é, de resto, o único concelho dos Açores e um dos poucos a nível nacional a possuir um Canil Municipal que é considerado como Centro de Recolha Oficial (CRO) de Animais de Companhia.
No encontro com a população de São Roque, Berta Cabral fez questão de frisar o crescimento que a freguesia tem tido nos últimos anos, graças aos investimentos da Câmara e da Junta, quer ao nível das infra-estruturas sociais, desportivas e de lazer, quer também em termos económicos e urbanos. Por isso, a autarca manifestou o seu apoio à pretensão do Presidente da Junta de Freguesia local que quer elevar São Roque a vila.
Segundo a Presidente da Câmara de Ponta Delgada, “São Roque tem uma identidade própria como freguesia e tem todas as condições e infra-estruturas necessárias para ser elevada a vila, uma vez que o seu crescimento, nas várias áreas de desenvolvimento económico e social, é bem visível, o que acontece devido ao grande esforço feito pelo Município e pela Junta nos últimos anos”.
A título de exemplo, referiu grandes obras que trouxeram o crescimento da malha urbana de São Roque, como a instalação do maior parque empresarial dos Açores – o Azores Parque – e o prolongamento da Avenida do Mar, além da construção de centenas de fogos a custos controlados em diferentes zonas da freguesia.
No caso do Azores Parque, Berta Cabral considerou tratar-se de um grande investimento de alcance estratégico que dotou Ponta Delgada e a ilha de São Miguel de um moderno parque empresarial atractivo para os investidores, conciliando as vertentes empresarial e tecnológica. Neste espaço, situado na freguesia de São Roque está ainda situado um Ninho de Empresas no Retail Parque, que é composto por 94 pavilhões, num investimento global de 8 milhões de euros.
Por outro lado, a Azores Parque (sociedade anónima em que a autarquia é a principal accionista) já arrancou com o projecto de construção de um loteamento para acolher um parque de oficinas, num investimento de cerca de 3,8 milhões de euros, prosseguindo com a aquisição de terrenos do Parque Empresarial para as restantes unidades de execução, como é o caso da Feira Internacional dos Açores, que tem uma dotação orçamental prevista de 4,7 milhões de euros.
A Presidente da Câmara falou ainda na Rua Azores Parque, uma obra que custou 2,2 milhões de euros, e no prolongamento a Norte da Rua Duarte Borges, que foi alargado e pavimentado numa extensão de 1.700 metros.
Já sobre o prolongamento da avenida litoral para São Roque, um investimento global de 12 milhões de euros, Berta Cabral sublinhou que esta obra, feita em duas fases (a primeira entre a ETAR e a Canada da Shell e a segunda entre esta última e o Poço Velho) é estruturante, uma vez que “é das poucas obras que acumulam as vantagens de ordenamento do território, organização urbanística, requalificação ambiental, consolidação estrutural, valorização social, potenciação económica e interesse turístico. Para além de ciclovias, circuitos de manutenção, alternativa de circulação automóvel para São Roque, a segunda fase da obra proporcionou mais uma zona balnear em Ponta Delgada, a Zona Balnear do Forno de Cal.
Neste caso concreto, a Presidente adiantou que a autarquia mantém a ideia de avançar com um passeio pedonal entre o Forno da Cal e o Ilhéu de São Roque, uma obra a ser concretizada num próximo mandato.
Uma das grandes preocupações da população de São Roque prende-se, no entanto, com a insegurança na estrada regional. Alguns dos presentes no encontro pediram a intervenção da autarquia junto da Secretaria Regional dos Equipamentos no sentido de se avançar, o mais rapidamente possível, com obras na estrada principal da freguesia, nomeadamente criando passeios para que a população se sinta mais segura quando circular nesta estrada onde passam largas centenas de veículos por dia.
A população teme, sobretudo, pela falta de segurança das crianças e dos idosos.
Berta Cabral referiu que, quer a Câmara Municipal, quer a própria Junta de Freguesia, têm insistido neste sentido junto do Governo, mas sem sucesso, adiantando mesmo que já não faz sentido que, nos dias de hoje, a via principal de São Roque seja ainda considerada como estrada regional.
Para a Presidente, a estrada regional de São Roque deveria ser reclassificada e passar a via urbana municipal, para que a autarquia possa intervir de acordo com as pretensões da população. Aliás, isso mesmo aconteceu com a estrada principal da Fajã de Cima, depois das obras de intervenção que ali ocorreram. As obras na estrada principal da Fajã de Cima já terminaram há algum tempo, mas o facto é que a autarquia ainda aguarda a entrega oficial por parte do Governo.
+ Informações:
Fonte: Lubelia Duarte
Data: 2009-06-19 14:55:00
Visualizações: 539
Data: 2009-06-19 14:55:00
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