Concentração de aviões da SATA em São Miguel “põe em causa” serviço público
O PSD/Açores reafirmou hoje que a concentração de todos os aviões da SATA em São Miguel “põe em causa” o serviço público de transporte aéreo na Região e considerou que o governo regional “dá primazia às razões centralistas e economicistas” nesta matéria.
“Esta decisão põe em causa o serviço público prestado aos açorianos, por três ordens de razão: condições meteorológicas das nossas ilhas, a possibilidade de ocorrência de catástrofes naturais e, necessariamente, questões operacionais”, afirmou a deputada social-democrata Carla Bretão, na Assembleia Legislativa dos Açores.
A parlamentar do PSD/Açores salientou que o agravamento do estado do tempo “poderá inviabilizar todas saídas de Ponta Delgada, devido a nevoeiros ou outras razões”, enquanto que a presença permanente de uma aeronave na ilha Terceira “teria permitido a operação para outras ilhas do arquipélago”.
Carla Bretão acrescentou que a “probabilidade de catástrofes naturais, embora, felizmente, pouco frequentes, não poderá ficar excluída de qualquer decisão desta natureza pelas características peculiares das nossas ilhas”.
“Os transtornos causados, por exemplo, por um abalo sísmico nocturno que racha a pista – de salientar que o aeroporto de São Miguel tem apenas uma pista – que inviabilize toda a operação aérea, pode ser minimizado, quer através de um serviço mínimo, ou mesmo de emergência, com uma aeronave estacionada na Terceira”, sublinhou.
A deputada social-democrata referiu, também, que, por motivos operacionais, “não faz qualquer sentido” colocar o novo avião Dash Q200 “na extremidade oposta do arquipélago”, quando é a própria SATA a garantir que estas aeronaves são uma “inegável mais-valia para a operação em ilhas como Graciosa, Flores e São Jorge, o que permitirá adicionar frequências para estas ilhas”.
A parlamentar do PSD/Açores destacou, ainda, que os voos de recolocação da aeronave e de mudança de tripulações a meio do dia, que têm “baixa ocupação”, servem apenas para “queimar o período de serviço de voo das tripulações e gastos desnecessários, quando deveriam servir para fazer mais e melhores ligações entre o grupo central, a partir da Terceira”.
“A existência destes voos, com diferença de apenas uma hora, com baixas taxas de ocupação, apenas serve para ir trocar a tripulação a São Miguel, gastando dinheiro e tempo que podia ser aproveitado na realização de mais ligações entre outras ilhas, caso houvesse a tal base operacional na Terceira.
Carla Bretão lembrou, ainda, que “não foram apresentados quaisquer dados que comprovem” uma poupança de custos, tal como alega o governo regional.

“Esta decisão põe em causa o serviço público prestado aos açorianos, por três ordens de razão: condições meteorológicas das nossas ilhas, a possibilidade de ocorrência de catástrofes naturais e, necessariamente, questões operacionais”, afirmou a deputada social-democrata Carla Bretão, na Assembleia Legislativa dos Açores.
A parlamentar do PSD/Açores salientou que o agravamento do estado do tempo “poderá inviabilizar todas saídas de Ponta Delgada, devido a nevoeiros ou outras razões”, enquanto que a presença permanente de uma aeronave na ilha Terceira “teria permitido a operação para outras ilhas do arquipélago”.
Carla Bretão acrescentou que a “probabilidade de catástrofes naturais, embora, felizmente, pouco frequentes, não poderá ficar excluída de qualquer decisão desta natureza pelas características peculiares das nossas ilhas”.
“Os transtornos causados, por exemplo, por um abalo sísmico nocturno que racha a pista – de salientar que o aeroporto de São Miguel tem apenas uma pista – que inviabilize toda a operação aérea, pode ser minimizado, quer através de um serviço mínimo, ou mesmo de emergência, com uma aeronave estacionada na Terceira”, sublinhou.
A deputada social-democrata referiu, também, que, por motivos operacionais, “não faz qualquer sentido” colocar o novo avião Dash Q200 “na extremidade oposta do arquipélago”, quando é a própria SATA a garantir que estas aeronaves são uma “inegável mais-valia para a operação em ilhas como Graciosa, Flores e São Jorge, o que permitirá adicionar frequências para estas ilhas”.
A parlamentar do PSD/Açores destacou, ainda, que os voos de recolocação da aeronave e de mudança de tripulações a meio do dia, que têm “baixa ocupação”, servem apenas para “queimar o período de serviço de voo das tripulações e gastos desnecessários, quando deveriam servir para fazer mais e melhores ligações entre o grupo central, a partir da Terceira”.
“A existência destes voos, com diferença de apenas uma hora, com baixas taxas de ocupação, apenas serve para ir trocar a tripulação a São Miguel, gastando dinheiro e tempo que podia ser aproveitado na realização de mais ligações entre outras ilhas, caso houvesse a tal base operacional na Terceira.
Carla Bretão lembrou, ainda, que “não foram apresentados quaisquer dados que comprovem” uma poupança de custos, tal como alega o governo regional.
+ Informações:
Fonte: PSD/Açores - Gabinete de Imprensa
Data: 2009-06-19 15:36:11
Visualizações: 447
Data: 2009-06-19 15:36:11
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