Lançamento do livro “Notas sobre a Toponímia Lagoense”
O Edifício dos Paços do Concelho de Lagoa acolhe na próxima sexta-feira, dia 29 de Janeiro, às 20h00, o lançamento do livro “Notas sobre a Toponímia Lagoense”, da autoria de Maria Antónia Mota Albergaria Pacheco, numa iniciativa conjunta do Instituto Cultural Padre João José Tavares e da Câmara Municipal de Lagoa.
Segundo a própria a autora, este livro resulta de um estudo do Instituto Cultural Padre João José Tavares em que surgiu a ideia se fazer um estudo sobre a toponímia da Lagoa, pesquisando as figuras que mereceram ser homenageadas pela Câmara.
Havendo o interesse da própria nesta matéria, dado que sempre se havia interessado pelas famílias que desde o povoamento se fixaram na Lagoa, Maria Antónia Mota Albergaria Pacheco compilou em livro as notas biográficas e as fotos de todos quantos constam na toponímia das artérias lagoenses, mostrando factos das suas vidas e a importância que desempenharam no desenvolvimento da Lagoa.
Para a autarquia lagoense esta é uma obra que vem enriquecer o espólio cultural do Concelho de Lagoa. Fruto de um minucioso e exaustivo trabalho do Instituto Cultural Padre João José Tavares, as “Notas sobre a toponímia Lagoense” mereceram desde logo o apoio da autarquia dado que se trata de uma obra que pretende mostrar os rostos e vida de quem ficou imortalizado numa placa toponímica, fruto do seu trabalho em prol da população e em prol do Concelho de Lagoa.
Como refere Susana Goulart Costa no prefácio desta obra, a toponímia, como estudo da origem dos nomes dos lugares, reflecte a importância histórica dos factos (como o da República Portuguesa, que recentemente baptiza a antiga Praça Velha de Santa Cruz, em acto municipal de Maio de 2009); dos lugares agrícolas (como a Canada das Vinhas); das actividades industriais (como a rua da Fábrica, associada à Fábrica do Álcool); das individualidades (como a rua António Moniz Barreto) dos costumes e crenças (como a rua do Espírito Santo ou a rua das Alminhas) ou da geografia (como a rua do Valverde). Deste modo, a nomenclatura do espaço espelha o pulsar do ordenamento do território ao longo dos tempos, é uma ferramenta de orientação e localização de imóveis urbanos e rústicos e ainda é reveladora da forma como os municípios, no exercício do respectivo poder local, encaram o Património Cultural do seu concelho, quer de índole material, quer imaterial.

Segundo a própria a autora, este livro resulta de um estudo do Instituto Cultural Padre João José Tavares em que surgiu a ideia se fazer um estudo sobre a toponímia da Lagoa, pesquisando as figuras que mereceram ser homenageadas pela Câmara.
Havendo o interesse da própria nesta matéria, dado que sempre se havia interessado pelas famílias que desde o povoamento se fixaram na Lagoa, Maria Antónia Mota Albergaria Pacheco compilou em livro as notas biográficas e as fotos de todos quantos constam na toponímia das artérias lagoenses, mostrando factos das suas vidas e a importância que desempenharam no desenvolvimento da Lagoa.
Para a autarquia lagoense esta é uma obra que vem enriquecer o espólio cultural do Concelho de Lagoa. Fruto de um minucioso e exaustivo trabalho do Instituto Cultural Padre João José Tavares, as “Notas sobre a toponímia Lagoense” mereceram desde logo o apoio da autarquia dado que se trata de uma obra que pretende mostrar os rostos e vida de quem ficou imortalizado numa placa toponímica, fruto do seu trabalho em prol da população e em prol do Concelho de Lagoa.
Como refere Susana Goulart Costa no prefácio desta obra, a toponímia, como estudo da origem dos nomes dos lugares, reflecte a importância histórica dos factos (como o da República Portuguesa, que recentemente baptiza a antiga Praça Velha de Santa Cruz, em acto municipal de Maio de 2009); dos lugares agrícolas (como a Canada das Vinhas); das actividades industriais (como a rua da Fábrica, associada à Fábrica do Álcool); das individualidades (como a rua António Moniz Barreto) dos costumes e crenças (como a rua do Espírito Santo ou a rua das Alminhas) ou da geografia (como a rua do Valverde). Deste modo, a nomenclatura do espaço espelha o pulsar do ordenamento do território ao longo dos tempos, é uma ferramenta de orientação e localização de imóveis urbanos e rústicos e ainda é reveladora da forma como os municípios, no exercício do respectivo poder local, encaram o Património Cultural do seu concelho, quer de índole material, quer imaterial.
+ Informações:
Fonte: Carlos Rego
Data: 2010-01-27 16:10:31
Visualizações: 108
Data: 2010-01-27 16:10:31
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