Salvaguarda do Centro Histórico em discussão pública a partir de hoje
Ribeira Grande, 22 de Fevereiro – A proposta de Plano de Pormenor de Salvaguarda da Zona Histórica da cidade da Ribeira Grande, desenvolvida pela Câmara Municipal, está em discussão pública a partir de hoje, dia 22, prolongando-se até 23 de Março. 
O documento poderá ser consultado no Gabinete de Atendimento ao Munícipe e no endereço Internet da Câmara Municipal (www.cm-ribeiragrande.pt). Na primeira semana de Março, a Câmara Municipal promove uma sessão pública de apresentação do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Zona Histórica.
Um documento importante já que reconhece a existência de valores históricos no centro da cidade, de forma a garantir a preservação dos edifícios. Por outro lado, potencia a utilização do centro histórico no seu conjunto, permitindo a integração de várias intervenções a realizar pela Câmara Municipal com vista à promoção do centro histórico. Estas intervenções apontam para a requalificação de vias e Praças (Rua El Rei D. Carlos, Praça Conselheiro Hintze Ribeiro), a recuperação de edifícios e adaptação a novos usos para utilização directa do público (Museu Casa do Arcano ou a Biblioteca na Casa da Natividade), a colocação de sinalética informativa sobre edifícios e a criação de roteiros culturais, entre outros.
É neste conjunto de intervenções que se interliga o projecto de requalificação do centro histórico e que se encontra na sua fase final de elaboração pela equipa projectista liderada por Souto Moura.
Um projecto de extrema importância para a salvaguarda do centro histórico da cidade e que defende a devolução da Rua Direita às pessoas, com a passagem da via para sentido único e a restrição do estacionamento necessário às estruturas de serviço existentes.
A Câmara Municipal pretende avançar com a primeira fase do projecto ainda este ano. Recorde-se que este projecto de requalificação urbana engloba três fases, iniciando na Ribeira Seca até à zona do Rosário, na freguesia da Matriz.
Os eixos que norteiam o Plano
Relativamente ao Plano de Pormenor de Salvaguarda do Centro Histórico, este foi elaborado pela equipa Dias Coelho, Teixeira da Costa - Arquitectos, Lda, e obteve parecer favorável da Comissão de acompanhamento que, para além de representante da Câmara Municipal, incluiu representantes da DRC (Direcção Regional da Cultura), DRETT (Direcção Regional dos Equipamentos e Transportes Terrestres), DROTRH (Direcção Regional de Ordenamento do Território e Recursos Hídricos) e VPGR (Vice Presidência do Governo Regional).
A Zona Histórica da Ribeira Grande abrange parte das freguesias de Conceição e de Matriz, e vai desde a Igreja do Convento de São Francisco a poente, Largo do Rosário a nascente, Largo das Freiras a Sul e Forte de Nossa Senhora da Estrela a Norte. A zona Histórica abrange um conjunto de imóveis classificados (Igreja Matriz; Paços do Concelho, Igreja da Misericórdia, Teatro Ribeiragrandense e Convento de São Francisco), para além de outros que, embora seja reconhecido o seu valor, ainda não têm qualquer estatuto de protecção (Casa da Cultura, Edifícios do Mercado, Igreja da Conceição, Casa da Natividade, Ponte dos Arcos, Moinhos e diversos imóveis de “estilo micaelense”). A importância destes elementos singulares é complementada com Praças, Largos e outros elementos que combinados conferem uma identidade única ao conjunto.
A proposta de Plano de Pormenor de Salvaguarda apresenta três eixos de acção principais, como acções de Prevenção (Classificação dos imóveis e regulamentação); Acções Propositivas (Intervenção nos Espaços Públicos e Imóveis do Município) e Acções de Incentivo (Incentivos à conservação dos imóveis particulares).

O documento poderá ser consultado no Gabinete de Atendimento ao Munícipe e no endereço Internet da Câmara Municipal (www.cm-ribeiragrande.pt). Na primeira semana de Março, a Câmara Municipal promove uma sessão pública de apresentação do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Zona Histórica.
Um documento importante já que reconhece a existência de valores históricos no centro da cidade, de forma a garantir a preservação dos edifícios. Por outro lado, potencia a utilização do centro histórico no seu conjunto, permitindo a integração de várias intervenções a realizar pela Câmara Municipal com vista à promoção do centro histórico. Estas intervenções apontam para a requalificação de vias e Praças (Rua El Rei D. Carlos, Praça Conselheiro Hintze Ribeiro), a recuperação de edifícios e adaptação a novos usos para utilização directa do público (Museu Casa do Arcano ou a Biblioteca na Casa da Natividade), a colocação de sinalética informativa sobre edifícios e a criação de roteiros culturais, entre outros.
É neste conjunto de intervenções que se interliga o projecto de requalificação do centro histórico e que se encontra na sua fase final de elaboração pela equipa projectista liderada por Souto Moura.
Um projecto de extrema importância para a salvaguarda do centro histórico da cidade e que defende a devolução da Rua Direita às pessoas, com a passagem da via para sentido único e a restrição do estacionamento necessário às estruturas de serviço existentes.
A Câmara Municipal pretende avançar com a primeira fase do projecto ainda este ano. Recorde-se que este projecto de requalificação urbana engloba três fases, iniciando na Ribeira Seca até à zona do Rosário, na freguesia da Matriz.
Os eixos que norteiam o Plano
Relativamente ao Plano de Pormenor de Salvaguarda do Centro Histórico, este foi elaborado pela equipa Dias Coelho, Teixeira da Costa - Arquitectos, Lda, e obteve parecer favorável da Comissão de acompanhamento que, para além de representante da Câmara Municipal, incluiu representantes da DRC (Direcção Regional da Cultura), DRETT (Direcção Regional dos Equipamentos e Transportes Terrestres), DROTRH (Direcção Regional de Ordenamento do Território e Recursos Hídricos) e VPGR (Vice Presidência do Governo Regional).
A Zona Histórica da Ribeira Grande abrange parte das freguesias de Conceição e de Matriz, e vai desde a Igreja do Convento de São Francisco a poente, Largo do Rosário a nascente, Largo das Freiras a Sul e Forte de Nossa Senhora da Estrela a Norte. A zona Histórica abrange um conjunto de imóveis classificados (Igreja Matriz; Paços do Concelho, Igreja da Misericórdia, Teatro Ribeiragrandense e Convento de São Francisco), para além de outros que, embora seja reconhecido o seu valor, ainda não têm qualquer estatuto de protecção (Casa da Cultura, Edifícios do Mercado, Igreja da Conceição, Casa da Natividade, Ponte dos Arcos, Moinhos e diversos imóveis de “estilo micaelense”). A importância destes elementos singulares é complementada com Praças, Largos e outros elementos que combinados conferem uma identidade única ao conjunto.
A proposta de Plano de Pormenor de Salvaguarda apresenta três eixos de acção principais, como acções de Prevenção (Classificação dos imóveis e regulamentação); Acções Propositivas (Intervenção nos Espaços Públicos e Imóveis do Município) e Acções de Incentivo (Incentivos à conservação dos imóveis particulares).
+ Informações:
Fonte: Ana Paula Fonseca
Data: 2010-02-22 12:12:35
Visualizações: 120
Data: 2010-02-22 12:12:35
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