Carlos César assegura que o Governo está disponível para apoiar as Câmaras, mas não é responsável pelas dívidas que contraem
Carlos César assegura que o Governo está disponível para apoiar as
Câmaras, mas não é responsável pelas dívidas que contraem

Carlos César disse hoje não competir ao Governo “discutir a bondade
dos investimentos municipais, desde que desenvolvidos no quadro da
legalidade”, nem responsabilizar-se pelo pagamento de dívidas
contraídas pelas autarquias para a realização desses investimentos.
“Todas as câmaras municipais terão, certamente, erros de investimento
cometidos e situações de grande dificuldade”, sublinhou, para logo
acrescentar que a solução não será, naturalmente, em todos esses
casos, “o Governo que pague.”
O presidente do Governo recebeu, em audiência, o presidente da Câmara
Municipal de Vila Franca do Campo, António Cordeiro – que lhe deu
conta da preocupante situação financeira da autarquia para que foi
eleito há poucos meses –, e disse esperar que, “com talento, com força
de vontade, com arrojo e com soluções inovadoras”, seja possível, não
só a Vila Franca, mas também a outras câmaras municipais que enfrentam
dificuldades, superar as situações herdadas de mandatos anteriores
Frisando que o Governo tem interesse em acompanhar a administração
local e verificar se, perante eventuais dificuldades, tem margem para
poder ser útil, Carlos César adiantou que, no caso de Vila Franca do
Campo, pode, por exemplo, apoiar, em 15%, a recuperação de escolas do
Plano dos Centenários, ficando os restantes 85% a cargo da autarquia,
com recurso a fundos comunitários.
O estabelecimento de contratos com a administração local para
investimentos que sejam utilizados por fundos comunitários é, para
Carlos César, uma perspectiva alternativa, pois “isso significa obra e
envolvimento das empresas”, mas, no caso concreto de Vila Franca, isso
também pressupõe que a Câmara tenha de resolver, “com as entidades
financiadoras e com os fornecedores a quem não paga há muito tempo, as
situações pendentes, nomeadamente o Açor Arena e a Marina.”
O presidente do Governo, dizendo ser importante conhecer-se a situação
financeira das instituições públicas – razão pela qual elogiou a
disponibilidade e a transparência evidenciadas pela actual Câmara
Municipal de Vila Franca – afirmou haver câmaras com orçamentos
significativos que enfrentam, igualmente, grandes dificuldades.
“É muito importante que a Comunicação Social, no exercício da sua
liberdade, que é tão forte e tão pujante nos Açores, também consiga
ir, de câmara a câmara, verificar qual é a situação”, defendeu Carlos
César, para quem tem de haver transparência e não o “despejar, para
cima dos fornecedores e das empresas, dívidas que levam meses e, às
vezes, anos a pagar.”

Carlos César disse hoje não competir ao Governo “discutir a bondade
dos investimentos municipais, desde que desenvolvidos no quadro da
legalidade”, nem responsabilizar-se pelo pagamento de dívidas
contraídas pelas autarquias para a realização desses investimentos.
“Todas as câmaras municipais terão, certamente, erros de investimento
cometidos e situações de grande dificuldade”, sublinhou, para logo
acrescentar que a solução não será, naturalmente, em todos esses
casos, “o Governo que pague.”
O presidente do Governo recebeu, em audiência, o presidente da Câmara
Municipal de Vila Franca do Campo, António Cordeiro – que lhe deu
conta da preocupante situação financeira da autarquia para que foi
eleito há poucos meses –, e disse esperar que, “com talento, com força
de vontade, com arrojo e com soluções inovadoras”, seja possível, não
só a Vila Franca, mas também a outras câmaras municipais que enfrentam
dificuldades, superar as situações herdadas de mandatos anteriores
Frisando que o Governo tem interesse em acompanhar a administração
local e verificar se, perante eventuais dificuldades, tem margem para
poder ser útil, Carlos César adiantou que, no caso de Vila Franca do
Campo, pode, por exemplo, apoiar, em 15%, a recuperação de escolas do
Plano dos Centenários, ficando os restantes 85% a cargo da autarquia,
com recurso a fundos comunitários.
O estabelecimento de contratos com a administração local para
investimentos que sejam utilizados por fundos comunitários é, para
Carlos César, uma perspectiva alternativa, pois “isso significa obra e
envolvimento das empresas”, mas, no caso concreto de Vila Franca, isso
também pressupõe que a Câmara tenha de resolver, “com as entidades
financiadoras e com os fornecedores a quem não paga há muito tempo, as
situações pendentes, nomeadamente o Açor Arena e a Marina.”
O presidente do Governo, dizendo ser importante conhecer-se a situação
financeira das instituições públicas – razão pela qual elogiou a
disponibilidade e a transparência evidenciadas pela actual Câmara
Municipal de Vila Franca – afirmou haver câmaras com orçamentos
significativos que enfrentam, igualmente, grandes dificuldades.
“É muito importante que a Comunicação Social, no exercício da sua
liberdade, que é tão forte e tão pujante nos Açores, também consiga
ir, de câmara a câmara, verificar qual é a situação”, defendeu Carlos
César, para quem tem de haver transparência e não o “despejar, para
cima dos fornecedores e das empresas, dívidas que levam meses e, às
vezes, anos a pagar.”
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2010-03-04 16:45:59
Visualizações: 120
Data: 2010-03-04 16:45:59
Visualizações: 120
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Governo disponibiliza Cartão Jovem Municipal para as autarquias
Governo Regional realça a importância da conjugação de estratégias comuns com as autarquias
João Bettencourt no Conselho Directivo da ANAFRE
Carlos César realça a importância da cooperação entre o Governo e a Associação dos Municípios
Governo promove formação para autarcas e trabalhadores de Freguesias
PRORURAL – EIXO 3 apresentado no Cine Teatro Lagoense
Governo dos Açores assegura transferências da Republica para as autarquias referentes ao IRS gerado nos concelhos da Região
José Contente apela às autarquias para que reabilitem o pavimento se rasgarem estradas reabilitadas
Municípios açorianos obtiveram em 2008 receitas no valor de 207 milhões de euros
Ricardo Silva indicado para a Presidência da AMISM
Governo Regional realça a importância da conjugação de estratégias comuns com as autarquias
João Bettencourt no Conselho Directivo da ANAFRE
Carlos César realça a importância da cooperação entre o Governo e a Associação dos Municípios
Governo promove formação para autarcas e trabalhadores de Freguesias
PRORURAL – EIXO 3 apresentado no Cine Teatro Lagoense
Governo dos Açores assegura transferências da Republica para as autarquias referentes ao IRS gerado nos concelhos da Região
José Contente apela às autarquias para que reabilitem o pavimento se rasgarem estradas reabilitadas
Municípios açorianos obtiveram em 2008 receitas no valor de 207 milhões de euros
Ricardo Silva indicado para a Presidência da AMISM






