Instituições lagoenses desempenham um papel fulcral na luta contra a Pobreza e Exclusão Social
As instituições do Concelho de Lagoa desempenham um papel fulcral na luta diária contra a Pobreza e Exclusão Social e são estas que, de uma forma articulada ou isolada, têm de continuar a dar esta resposta. A ideia foi defendida hoje pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, durante um pequeno-almoço no Hotel Caloura destinado a assinalar o Dia Internacional da Mulher.
Tratou-se de uma forma original de se assinalar esta efeméride e que contou com a presença de um grupo de mulheres conhecidas pelo seu carácter empreendedor e ligadas às instituições particulares de solidariedade social e ao poder local no Concelho de Lagoa.
Cristina Decq Mota pela Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa, Verónica Almeida pelo Centro Social e Cultural do Cabouco, Rafaela Jasmins pelo Centro Social e Cultural da Atalhada, Anabela Calisto pela Junta de Freguesia do Cabouco, Almerinda Valente pela Junta de Freguesia de Água de Pau, Délia Leite pelo Centro Sócio-Cultural de São Pedro, Ana Couto pela Casa de Povo de Água de Pau, Lurdes Pacheco pelo Centro Social e Paroquial da Ribeira Chã, Carla Ferreira pelo Centro Social de Nossa Senhora do Rosário, Elisabete Pacheco pela Empresa Municipal de Lagoa, Andreia Afonso pela Escola Básica e Integrada de Água de Pau, Paula Silva pela Escola Secundária de Lagoa e Liliana Pinheiro pela Escola Básica e Integrada de Lagoa foram as convidadas de honra para este pequeno-almoço que pretendeu abordar as temáticas inerentes à Pobreza e Exclusão Social e o trabalho que tem sido desenvolvido dentro do concelho para minimizar e resolver estas situações e que contributo poderá ter a Câmara Municipal de Lagoa nesta problemática.
Durante a reunião cada responsável associativa explicou o plano de acção da respectiva instituição na luta contra a Pobreza e Exclusão Social, identificando problemas e dificuldades e expondo algumas soluções e casos de sucesso que têm sido alcançados nesta vertente.
Desde logo saliente-se a intenção da Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa em criar uma loja solidária como forma de ajudar os mais carenciados com todo o tipo de bens de primeira necessidade, para além da intenção da Empresa Municipal de Lagoa em instalar recolectores de roupa nas escolas como forma de apoiar as famílias mais carenciadas do concelho. Para além disso foi ainda abordada a formação dos mais jovens, não só no seu percurso escolar, como também na ajuda às suas saídas profissionais. Relativamente a este assunto intervieram diversas responsáveis de IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) que referiram o que tem sido feito a nível de creches, CATL, e formação profissional, onde há uma clara preocupação na envolvência das famílias na educação e formação dos seus filhos, situação partilhada também pelas responsáveis escolares do concelho que realçaram o papel que as escolas têm tido não só na educação dos filhos, como também na responsabilização dos pais nessa mesma educação, um trabalho com muitas dificuldades mas que se obtêm algumas pequenas vitórias e alguns casos de sucesso.
Outro dos problemas abordados prendeu-se com as dependências e a forma como estas afectam e destroem o ambiente familiar, com graves repercussões nos filhos, e abordaram-se as soluções para estes problemas e o que tem sido feito, nomeadamente pela EML no seu Plano de Prevenção das Toxicodependências e pelas parcerias realizadas com outras instituições na resposta a estes problemas.
Para o Presidente da Câmara Municipal de Lagoa tratou-se de uma reflexão útil “em que se sai com a consciência de haver muitos desafios e problemas a vencer” e onde as parcerias que se poderão estabelecer entre as diversas instituições terão grande importância nesta área.
O autarca lagoense afirmou ainda na altura que todo este conjunto de preocupações irá constar de um memorando que o município irá enviar ao Presidente do Governo Regional dos Açores dando conta de todas estas problemáticas, bem como da vontade das instituições do concelho em colaborar na sua resolução. João Ponte mostrou-se atento às várias propostas formuladas pelas instituições presentes mostrando abertura para eventuais parcerias a serem estabelecidas com o Município de Lagoa.
A concluir o edil lagoense deixou o desafio de se realizar uma nova reunião dentro de alguns meses para abordar estas questões, realizando-se novo balanço das actividades desenvolvidas em prol do bem-estar social no concelho.

Tratou-se de uma forma original de se assinalar esta efeméride e que contou com a presença de um grupo de mulheres conhecidas pelo seu carácter empreendedor e ligadas às instituições particulares de solidariedade social e ao poder local no Concelho de Lagoa.
Cristina Decq Mota pela Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa, Verónica Almeida pelo Centro Social e Cultural do Cabouco, Rafaela Jasmins pelo Centro Social e Cultural da Atalhada, Anabela Calisto pela Junta de Freguesia do Cabouco, Almerinda Valente pela Junta de Freguesia de Água de Pau, Délia Leite pelo Centro Sócio-Cultural de São Pedro, Ana Couto pela Casa de Povo de Água de Pau, Lurdes Pacheco pelo Centro Social e Paroquial da Ribeira Chã, Carla Ferreira pelo Centro Social de Nossa Senhora do Rosário, Elisabete Pacheco pela Empresa Municipal de Lagoa, Andreia Afonso pela Escola Básica e Integrada de Água de Pau, Paula Silva pela Escola Secundária de Lagoa e Liliana Pinheiro pela Escola Básica e Integrada de Lagoa foram as convidadas de honra para este pequeno-almoço que pretendeu abordar as temáticas inerentes à Pobreza e Exclusão Social e o trabalho que tem sido desenvolvido dentro do concelho para minimizar e resolver estas situações e que contributo poderá ter a Câmara Municipal de Lagoa nesta problemática.
Durante a reunião cada responsável associativa explicou o plano de acção da respectiva instituição na luta contra a Pobreza e Exclusão Social, identificando problemas e dificuldades e expondo algumas soluções e casos de sucesso que têm sido alcançados nesta vertente.
Desde logo saliente-se a intenção da Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa em criar uma loja solidária como forma de ajudar os mais carenciados com todo o tipo de bens de primeira necessidade, para além da intenção da Empresa Municipal de Lagoa em instalar recolectores de roupa nas escolas como forma de apoiar as famílias mais carenciadas do concelho. Para além disso foi ainda abordada a formação dos mais jovens, não só no seu percurso escolar, como também na ajuda às suas saídas profissionais. Relativamente a este assunto intervieram diversas responsáveis de IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) que referiram o que tem sido feito a nível de creches, CATL, e formação profissional, onde há uma clara preocupação na envolvência das famílias na educação e formação dos seus filhos, situação partilhada também pelas responsáveis escolares do concelho que realçaram o papel que as escolas têm tido não só na educação dos filhos, como também na responsabilização dos pais nessa mesma educação, um trabalho com muitas dificuldades mas que se obtêm algumas pequenas vitórias e alguns casos de sucesso.
Outro dos problemas abordados prendeu-se com as dependências e a forma como estas afectam e destroem o ambiente familiar, com graves repercussões nos filhos, e abordaram-se as soluções para estes problemas e o que tem sido feito, nomeadamente pela EML no seu Plano de Prevenção das Toxicodependências e pelas parcerias realizadas com outras instituições na resposta a estes problemas.
Para o Presidente da Câmara Municipal de Lagoa tratou-se de uma reflexão útil “em que se sai com a consciência de haver muitos desafios e problemas a vencer” e onde as parcerias que se poderão estabelecer entre as diversas instituições terão grande importância nesta área.
O autarca lagoense afirmou ainda na altura que todo este conjunto de preocupações irá constar de um memorando que o município irá enviar ao Presidente do Governo Regional dos Açores dando conta de todas estas problemáticas, bem como da vontade das instituições do concelho em colaborar na sua resolução. João Ponte mostrou-se atento às várias propostas formuladas pelas instituições presentes mostrando abertura para eventuais parcerias a serem estabelecidas com o Município de Lagoa.
A concluir o edil lagoense deixou o desafio de se realizar uma nova reunião dentro de alguns meses para abordar estas questões, realizando-se novo balanço das actividades desenvolvidas em prol do bem-estar social no concelho.
+ Informações:
Data: 2010-03-09 10:58:57
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